quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sete Minutos com Emmanuel (Portal Ser)






Portal Ser
Sete Minutos com Emmanuel




Fonte, Portal Ser: http://www.portalser.org/category/sete-minutos/

Reencarnação (A Gênese)




Um pouco de "A Gênese"

"Com a reencarnação, desaparecem os preconceitos de raça e de castas, pois o mesmo Espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou proletário, chefe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher. De todos os argumentos invocados contra a injustiça da servidão e da escravidão, contra a sujeição da mulher à lei do mais forte, nenhum há que prime, em lógica, ao fato material da reencarnação. Se, pois, a reencarnação funda numa lei da Natureza o princípio da fraternidade universal, também funda na mesma lei o da igualdade dos direitos sociais e, por conseguinte, o da liberdade".

(A Gênese, Capítulo I, Item 36).


Fonte do Texto: https://www.facebook.com/pages/Federa%C3%A7%C3%A3o-Esp%C3%ADrita-Brasileira/148943508503962

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Fatos Espíritas (William Crookes)




Fatos Espíritas (William Crookes)



Fonte: http://www.opiniaoespirita.org/fe_wc.htm


- Prefácio
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Introdução
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Fenômenos espíritas observados por William Crookes
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Movimento de corpos pesados com contato, mas sem esforço mecânico
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Fenômeno de percussão e outros sons da mesma natureza
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Movimentos de objetos pesados colocados a certa distância do médium
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Mesas e cadeiras elevadas do chão sem ninguém lhes tocar
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Elevação de corpos humanos
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Movimento de diversos objetos sem contato
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Aparições luminosas
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Aparições de mãos, luminosas por si mesmas, ou visíveis à luz ordinária
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Escrita direta
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Formas e figuras de fantasmas
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Casos particulares parecendo indicar a ação de uma inteligência exterior
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Manifestações diversas de caráter complexo
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Teorias expostas para explicarem os fenômenos observados
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Mediunidade da Srta. Florence Cook
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Formas de Espíritos
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Última aparição de Katie King, sua fotografia com o auxílio da luz elétrica
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Extrato do jornal The Spiritualist de 29 de Maio de 1874
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O Espírito Katie King materializa-se nas sessões do sábio Aksakof, antes de se manifestar ao Doutor William Crookes
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Relatório da comissão dos sábios que se reuniram em Milão, em 1892, para o estudo dos fenômenos psíquicos
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I – Fenômenos observados à luz
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II – Fenômenos observados na escuridão
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III – Os fenômenos precedentemente observados, na escuridão, são obtidos, enfim, à luz, com a médium à vista
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Conclusão
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Conclusões de Charles Richet
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Moldes dos pés de Espíritos materializados com o auxílio da parafina
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Espíritos de parentes de dois dos assistentes materializam-se em uma sessão do médium Eglington e são reconhecidos
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Narrativa sobre o fenômeno de materialização, pelo Sr. Bodisco, camarista de S. M., o Czar da Rússia
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Materialização de diversos Espíritos, que são reconhecidos
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Narração de uma experiência científica feita por Crookes e Varley, em uma das sessões de materialização do Espírito de Katie King
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O que dizem os sábios
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O Sr. Alfred Russel Wallace, da Sociedade Real de Londres
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O Coronel De Rochas
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O Sr. César Lombroso ao Sr. Ernesto Ciolf, Nápoles
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O Sr. William Crookes, da Sociedade Real de Londres
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O Doutor Ermácora
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O Professor Myers, da Sociedade Real de Londres
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O Doutor Ashburner
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O Doutor Giuseppe Masucci
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O Engenheiro Cromwel Varley, da Sociedade Real de Londres
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O Doutor Ochorowicz
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O Doutor Lodge, da Sociedade Real de Londres
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O Doutor Richard Hodgson
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Sessão de materialização em Paris, em 1900
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Uma manifestação interessante


domingo, 10 de junho de 2012

Nós podemos ser felizes aqui





Você já ouviu falar que este é um planeta de provas e expiações? E mesmo assim acredita que podemos ser felizes aqui? Ótimo! Chega de sofrimento!

Espiritismo não é sofrimento. Em algum momento de sua propagação, de sua disseminação pelo grande público, firmou-se esse conceito. Talvez por ensinar ser este nosso mundo um planeta de provas e expiações. Nem vou me alongar na informação de que nossa casa está sendo promovida a mundo de regeneração, vou passar batido.

Muitas pessoas com pouco conhecimento do espiritismo, outras já frequentadoras na qualidade de simpatizantes, e mesmo alguns membros ativos têm em mente que o espiritismo é uma doutrina que prega a resignação ao sofrimento, já que o sofrimento seria inevitável, por causa do carma, carma, carma. É lógico que não vivemos num mundo de anjos, num planeta de condições perfeitas de conforto, temperatura, bem-estar, comodidade. É evidente que a dor ainda é, neste mundo, um importante mecanismo de ajuste. Mas daí à resignação ao sofrimento a distância é longa.

Podemos ser felizes aqui. Na maioria das vezes, a maioria das pessoas têm plenas condições de viverem bem e felizes, sem impedimentos externos para que isso se realize. Se o espiritismo afirma que este planeta não é próprio à felicidade, está se referindo à felicidade dos espíritos puros, sem mácula, algo que nem sequer concebemos. De fato não há como ser feliz o tempo inteiro; mesmo que tudo esteja certo conosco e com os nossos, é só botar o pé na rua e ver que a dor está por aí, neste e naquele. E só alguém muito duro de coração pra não se abalar na sua felicidade sabendo que o próximo sofre.

Mas me refiro à felicidade relativa, àquela que podemos alcançar, àquela que já conhecemos, porque já a experimentamos muitas ou algumas vezes na vida. A questão fundamental é o ponto de vista, o ângulo pelo qual se vê as coisas. Tenho um copo de vidro transparente com água pela metade; chegam dois homens sedentos: um verá que metade do copo está ocupado com água, o outro achará que falta metade da água do copo… Que isto não signifique que devemos nos contentar com o que temos, nos conformar e beber o meio copo d’água resignados. O dia em que o homem se contentar com o que tem, com o progresso alcançado, cessa a evolução, termina a busca.

Podemos ser gratos por ter à disposição meio copo d’água, sem nos recriminarmos por ainda ficar com sede. E não há nada de errado em achar que precisamos e merecemos e queremos mais. Mas é muito mais producente e acalentador agradecer pela água que se tem do que reclamar da água que se acha que deveria ter. E isso é ponto de vista, isso é o enfoque que escolhemos para nossa vida de um modo geral. Como é terrível alguém que sempre reclama! Como é deprimente alguém que só vê o lado ruim das coisas, alguém que acha que tudo só piora, que tudo dá errado.

Para tudo que foge ao paradigma cartesiano, em que só é real o que pode ser explicado ou analisado mediante um conjunto de procedimentos, para tudo que não se refere estritamente à matéria, mas envolve coisas não palpáveis como espírito, pensamento, imaginação, vale a pena termos nossas próprias experiências. Experimente pensar positivo. Experimente fazer afirmações positivas para si mesmo, a toda hora, todos os dias. Tente, permita-se “convencer” a si mesmo por um tempo, até que estas afirmações comecem a criar corpo e tornarem-se verdade. Tente! Você não tem absolutamente nada a perder. Se você reconhece que é uma pessoa mais negativa do que positiva, mais pessimista do que otimista, já é meio caminho andado; já sabe por onde começar. É possível ser feliz. Temos o direito de tentar. Temos o dever de tentar.


Fonte: http://www.espiritoimortal.com.br/nos-podemos-ser-felizes-aqui/

Jesus e Desafios O processo de evolução constitui para o Espírito um grande desafio (Divaldo Pereira Franco | Joanna de Ângelis)




Jesus e Desafios
O processo de evolução constitui para o Espírito um grande desafio.


Acostumado às vibrações mais fortes no campo dos sentidos físicos, somente quando a dor o visita é que ele começa a aspirar por impressões mais elevadas, nas quais encontre lenitivo, anelando por conquistas mais importantes. Vivendo em luta constante contra os fatores constringentes do estágio em que se demora, vez por outra experimenta paz, que passa a querer em forma duradoura.

No começo, são as dores com intervalos de bem-estar que o assinalam, até conseguir a tranqüilidade com breves presenças do sofrimento, culminando com a plenitude sem aflição.

De degrau em degrau ascende, caindo para levantar-se, atraído pelo sublime tropismo do Amor.

Conseguir o estágio mais alto, significa-lhe triunfar.

*

Aturdido e inseguro, descobre uma conspiração quase geral contra o seu fatalismo. São as suas heranças passadas que agora ressurgem, procurando retê-lo na área estreita do imediatismo, em nível inferior de consciência, onde apenas se nutre, dorme e se reproduz, com indiferença pelas emoções do belo, do nobre, do sadio.

Anestesiado pelas necessidades vegetativas, busca apenas o gozo, que termina por causar-lhe saturação, passando a um estado de tédio que antecipa a necessidade premente de outros valores.

Lentamente desperta para realidades que antes não o sensibilizavam e, de repente, passam a significar-lhe meta a conseguir, sentindo-se estimulado a abandonar a inoperância.

O psiquismo divino, nele latente, responde ao apelo das forças superiores e desatrela-se do cárcere celular, qual antena que capta a emissão de mensagens alcançadas somente nas ondas em que sintoniza. O primeiro desafio, o de penetrar emoções novas, o atrai, impelindo-o a tentames cada vez mais complexos, portanto, mais audaciosos.

Experimentando este prazer ético e estético, diferente da brutalidade do primarismo, acostuma-se com ele e esforça-se para novos cometimentos que, a partir de então, já não cessam, desde que, encerrado um ciclo, qual espiral infinita, outro prazer se abre atraente, parecendo-lhe cada vez mais fácil.

*

Tudo na vida são desafios às resistências.

A ?lei de entropia? degrada a energia que tende à consumpção, para manter o equilíbrio térmico de todas as coisas.

O envelhecimento e a morte são fenômenos inevitáveis no cosmo biológico e no universo.

Os batimentos cardíacos são desafios à resistência do músculo que os experimenta; os peristálticos são teste constante para as fibras que os sofrem; a circulação do sangue é quesito essencial para a irrigação das células; a respiração constitui fator básico, sem o qual a vida perece. Tudo isso e muito mais, na área dos automatismos fisiológicos, a interferir nos de natureza psicológica.

É natural que o mesmo suceda no campo moral do ser, que nunca retrocede e não deve estacionar sob pretexto algum.

No progresso, a evolução é inevitável.

A felicidade é o ponto final.

*

Não cabe ao homem retroceder na luta, senão para reabastecer-se de forças e prosseguir nos embates.

O crescimento de qualquer ideal é resultado dos estágios inferiores vencidos, das etapas superadas, dos desafios enfrentados.

A sequóia culmina a altura e o volume máximos, célula a célula.

O universo se renova e prossegue, molécula a molécula.

Facilidade é perda de estímulo com prejuízo para a ação.

Toda a vida do Mestre foi um suceder incessante de desafios.

Embates no Seu meio social e familial constituíram-lhe os primeiros impedimentos, que foram ultrapassados, em razão da superior finalidade para a qual viera.

Ele não aceitou carregar o fardo do mundo em caráter de redenção dos outros, mas ensinou cada um a conduzir o seu próprio compromisso em paz de consciência; não assumiu as tarefas alheias, nem deixou de demonstrar como fazê-las; no entanto, altaneiro, sem presunção, tampouco sem submissão covarde.

Os desafios da sociedade injusta e arbitraria chegaram-Lhe provocadores, mediante situações, pessoas e circunstâncias; apesar disso, sem deter-se, Ele continuou íntegro, enfrentando-os sem ira ou medo.

Passou aquele tempo; todavia, permanecem os resíduos doentios.

Alterou-se a paisagem, não os valores, que prosseguem relativamente os mesmos, gerando obstáculos e insatisfações.

Enfrenta os desafios da tua vida, serenamente.

Não aguardes comodidades que não mereces. Realiza a tua marcha, indômito, preservando os teus valores íntimos e aumentando-os na ação diária.

Quem teme a escuridão, perde-se na noite.

Sê tu aquele que acende a lâmpada e clareia as sombras.

Desafiado, Jesus venceu. Segue-O e nunca te detenhas ante os desafios para o teu crescimento espiritual.


Divaldo Pereira Franco. Jesus e Atualidade. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Pensamento. Capítulo 1. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Relacionamento (Emmanuel | Chico Xavier)



Relacionamento (Emmanuel | Chico Xavier)



Se dificuldades e provações te visitam, no relacionamento com o próximo, não te permitas requentar mágoas no coração.

Deixa que a confiança na Sabedoria Divina te dissipe qualquer sombra do pensamento, lembrando o Sol a desfazer nuvens diariamente para vitalizar e revitalizar os processos da vida.

Para isso, é imperioso que a compreensão te presida os impulsos. E a compreensão te fará saber que os outros são criaturas autônomas, gravitando sempre na direção de objetivos diferentes dos teus.

A certeza disso te livrará da solidão negativa, capaz de induzir-te a desânimo e desespero.

A verdade nos ensina que ninguém realiza o bem e nem caminha para o bem, sem os outros, mas porque isso aconteça, ninguém pode exigir que os outros lhe carreguem a existência, nas sendas a percorrer.

Os outros serão nossos cooperadores, intérpretes, associados e companheiros, enquanto isso se lhes faça possível, ocorrendo o mesmo conosco, em relação a eles.

À vista disso, ama aos amigos sem prendê-los.

Esse terá sido o sustentáculo de tuas esperanças, por muito tempo; entretanto, é possível surja um dia em que não consiga permanecer inteiramente ao teu lado, em face de novas tarefas que lhe despontam na senda.

Outro te entendia os propósitos, até ontem; no entanto, experiências, que se lhe fizeram necessárias, alteraram-lhe provisoriamente os raciocínios.

Aceita-os quais se mostram, continuando a agir no exercício do bem e seguindo adiante na construção da vida melhor em ti mesmo.

Ninguém aprende algo de bom e nem melhora a si mesmo, sem os outros, mas ninguém pode depender totalmente dos outros nas realizações que demande.

Nos momentos de mudanças e renovação para aqueles a quem mais amas, afasta de ti a idéia de separação e não te lastimes.

Prossegue trabalhando, porque, pelos Desígnios da Vida Superior, outros virão ao teu encontro para a execução das tarefas que o mundo te conferiu e os que se afastam de ti voltarão depois, com mais força de amor, a fim de te auxiliarem ou serem auxiliados.

A verdade não se deteriora.

Somente perde os seres queridos aquele que possessivamente os procura, quando se fazem distantes, porquanto quem ama, ama sempre, e de tal modo que, ainda mesmo quando os corações
amados se distanciam, o coração que ama prossegue amando-os e abençoando-os, sabendo conscientemente que, pelas forças do espírito, jamais deles se afastará.

Emmanuel. Livro Calma. Chico Xavier