quarta-feira, 20 de novembro de 2013

4º Congresso Espírita Brasileiro (150 anos de O Evangelho segundo o Espiritismo)





4º Congresso Espírita Brasileiro
(150 anos de O Evangelho segundo o Espiritismo)






Programação

11 de abril de 2014 (sexta)
"Amor Fundamento da Vida"

Das 10h às 12h30 - Conferência de abertura "O Evangelho segundo o Espiritismo..." - Divaldo Pereira Franco

Das 14h30 às 16h30 - "Há muitas moradas na casa de meu Pai" - Stela Pojuci de Morais
"Jesus e a reencarnação" - Herculis França Romano

Das 17h às 19h" - O Evangelho segundo o Espiritismo e a trilogia espírita" - Sandra Maria Borba Pereira
"A Lei do Amor" - Jorge Alberto Elarrat Canto


12 de abril de 2014 (sábado)
"Relações , alimento da Vida"

Das 8h às 10h - "Fora da caridade não há salvação" - Ana Coeli Araujo
"O sermão do monte" - Vagner da Silva

Das 10h30 às 12h30 - "Os trabalhadores da última hora" - Volmar Julson Buffi
"Jesus ensinava por parábolas" - Reinaldo Pontes

Das 14h30 às 16h30 - "Justiça das aflições" - Marconi Gomes de Oliveira
"Pedi e obtereis" - Helena Fonseca Maciel Bezerra

Das 17h às 19h" - O Evangelho, caminho, verdade e vida" - Miriam Lúcia Herrera Masotti Dusi
"Jesus, guia e modelo da humanidade" - Geraldo Campetti Sobrinho


13 de abril de 2014 (domingo)
"Amor Fundamento da Vida"

Das 8h às 10h" - Desafios para a vivência do Evangelho" - José Alberto Machado
"Não separeis o que Deus juntou - laços de família" - Rita de Cássia Castro de Jesus

Das 10h30 às 12h30 - Solenidade de encerramento - "A construção do homem de bem" - Alberto Almeida

Inscrições e informações em: http://www.febnet.org.br/4congresso/

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Biografia de Allan Kardec é sucesso de vendas





Biografia de Allan Kardec é sucesso de vendas


Há menos de 20 dias nas livrarias do país, a biografia de Allan Kardec, o codificador do espiritismo, já figura entre as obras mais vendidas. O livro “Kardec: A Biografia” (editora Record) é de Marcel Souto Maior e foi lançado no dia 21 de outubro. Até agora, já foram vendidos 40 mil dos 100 mil exemplares colocados no mercado.

 Se depender da força do personagem, esse número atingido em pouco tempo não será apenas “fogo de palha”. O francês Allan Kardec (1804–1869), cujo nome verdadeiro foi Hippolyte Léon Denizard Rivail, lançou mais de uma dezena de livros sobre a religião e, de acordo com a Federação Espírita Brasileira, mais de 11 milhões de cópias de suas obras já foram comercializadas no país.

Em “Kardec: A Biografia”, Souto Maior vai além da doutrina para contar como o cético professor Hippolyte se tornou um missionário que deu origem ao espiritismo. Em sua pesquisa, o jornalista e escritor usou documentos históricos, como jornais e revistas da época, inclusive originais da “Revista Espírita”, publicada todo mês por Kardec durante 12 anos.

A expectativa é de que a publicação siga os passos do sucesso de "As Vidas de Chico Xavier" (editora LeYa), biografia do mesmo autor. Desde 2003, quando foi lançada, a narrativa sobre o brasileiro já vendeu mais de um milhão de cópias no país, e sua adaptação para o cinema, no filme "Chico Xavier", dirigido por Daniel Filho, ultrapassou a marca de 3 milhões de espectadores.

De acordo com o IBGE, o número de espíritas autodeclarados no Brasil é de 3,8 milhões, apenas, mas o grupo de simpatizantes com a doutrina criada por Kardec é de 30 milhões, segundo a Federação Espírita Brasileira.

Isso pode explicar o bom desempenho das produções anteriores e o rápido aparecimento de “Kardec: A Biografia” nas listas de mais vendidos das grandes publicações. Nas edições desta semana da revista Veja e da Época, o livro recém-lançado ficou em 7º e 6° lugar, respectivamente, na categoria Não Ficção. Nos jornais O Globo e Folha de S. Paulo do dia 2 de novembro, a história de Allan Kardec ficou, respectivamente, em 6° e 9º lugar na categoria Não Ficção.

Fonte: http://exame.abril.com.br/estilo-de-vida/noticias/biografia-de-allan-kardec-e-sucesso-de-vendas

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Amai os vossos inimigos (O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. XII)



Amai os vossos inimigos

3. Se o amor do próximo constitui o princípio da caridade, amar os inimigos é a mais sublime aplicação desse princípio, porquanto a posse de tal virtude representa uma das maiores vitórias alcançadas contra o egoísmo e o orgulho.

Entretanto, há geralmente equívoco no tocante ao sentido da palavra amar, neste passo. Não pretendeu Jesus, assim falando, que cada um de nós tenha para com o seu inimigo a ternura que dispensa a um irmão ou amigo. A ternura pressupõe confiança; ora, ninguém pode depositar confiança numa pessoa, sabendo que esta lhe quer mal; ninguém pode ter para com ela expansões de amizade, sabendo- a capaz de abusar dessa atitude. Entre pessoas que desconfiam umas das outras, não pode haver essas manifestações de simpatia que existem entre as que comungam nas mesmas idéias. Enfim, ninguém pode sentir, em estar com um inimigo, prazer igual ao que sente na companhia de um amigo.

A diversidade na maneira de sentir, nessas duas circunstâncias diferentes, resulta mesmo de uma lei física: a da assimilação e da repulsão dos fluidos. O pensamento malévolo determina uma corrente fluídica que impressiona penosamente. O pensamento benévolo nos envolve num agradável eflúvio. Daí a diferença das sensações que se experimenta à aproximação de um amigo ou de um inimigo. Amar os inimigos não pode, pois, significar que não se deva estabelecer diferença alguma entre eles e os amigos. Se este preceito parece de difícil prática, impossível mesmo, é apenas por entender-se falsamente que ele manda se dê no coração, assim ao amigo, como ao inimigo, o mesmo lugar. Uma vez que a pobreza da linguagem humana obriga a que nos sirvamos do mesmo termo para exprimir matizes diversos de um sentimento, à razão cabe estabelecer as diferenças, conforme os casos.

Amar os inimigos não é, portanto, ter-lhes uma afeição que não está na natureza, visto que o contacto de um inimigo nos faz bater o coração de modo muito diverso do seu bater, ao contacto de um amigo. Amar os inimigos é não lhes guardar ódio, nem rancor, nem desejos de vingança; é perdoar-lhes, sem pensamento oculto e sem condições, o mal que nos causem; é não opor nenhum obstáculo à reconciliação com eles; é desejar-lhes o bem e não o mal; é experimentar júbilo, em vez de pesar, com o bem que lhes advenha; é socorrê-los, em se apresentando ocasião; é abster- se, quer por palavras, quer por atos, de tudo o que os possa prejudicar; é, finalmente, retribuir-lhes sempre o mal com o bem, sem a intenção de os humilhar. Quem assim procede preenche as condições do mandamento: Amai os vossos inimigos.

O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. XII

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Fórmula do Consolo (Daniela Marchi)




Fórmula do Consolo (Daniela Marchi)
 
 
Ficar triste, todo mundo fica. Eu, talvez, seja mais propensa aos estados de melancolia , mas não chego a me alimentar da tristeza.
 
Os estados de baixa emocional são comuns à alma comum. Uma pessoa como eu, que é 'comunzinha' de tudo, mas busca o infinito, sonha com as estrelas, namora a Lua, idealiza um mundo melhor, mas vive presa neste mundo programado pela tradição vigente, vai ter momentos de declínio.
 
Aí você aparece borocoxô e todo mundo fica te olhando de 'rabo de olho' e perguntando o porquê daquilo. Raríssimos são os que simplesmente oferecem seu ombro, um abraço, o silêncio.
 
São poucos os que realmente se dispõem a ouvir um desabafo sem criticar ou fazer aquelas odiosas comparações com outras pessoas ou com a conjuntura mundial; "- Olha, tem gente que passa fome";"Tem coisa pior"; "Saia para espairecer"; "Você sabe que não pode ficar assim"; "Não fale isso" e muitas outras frases pré-fabricadas de quem se dispõe a ajudar.
 
Certa feita, vi triste uma pessoa que nem era muito chegada a mim. De intuição, abracei-a e logo senti, num dos meus ombros, a quentura das lágrimas. O abraço abriu a guarda para o choro, e pedi para que a pessoa xingasse, chorasse, reclamasse o quanto quisesse, porque eu estava lá para ouvir e 'ombrear'.
 
Hoje em dia, sempre que encontro tal pessoa, ela brinca dizendo que aquele foi o melhor alívio de sua vida. Prozac turbinado de ação instantânea. No dia em que ofereci o alento descobri, sem querer, a fórmula do consolo: SILÊNCIO+OMBRO +ABRAÇO=ALÍVIO.
 
Como sou imperfeita demais da conta e estou sempre barganhando com Deus, sonho com um momento assim: alguém que me conforte e não diga sempre as mesmas coisas, mas apenas ouça. Sou a típica egoísta: se fiz, quero também! Ora!
 
Quanto a sofrer, sofro mesmo, e daí? O sentimento aflora, eu choro porque sou sensível. Fica um pouco a tristeza, mas passa. Passa sem remédio, sem grito, sem briga. Será mesmo que eu sou estranha? Estranho, para mim, é fugir do que te frustra, porque ficará sempre mal resolvido.
 
Para a fuga, estão à disposição a bebida, as noites barulhentas, a comilança, as intermináveis reuniões da galera, que nada acrescentam à convivência nem ao espírito, as compras, os remédios da moda...
 
Eu me recolho no choro, não sei se é fuga, mas não tenho medo de chorar e sofrer. A melancolia me traz profundas reflexões, um auto-conhecimento extraordinário e me inspira na poesia. Este recolhimento melancólico-reflexivo impede, na maioria das vezes, que eu faça ou fale coisas das quais me arrependa depois.
 
Nesta época de Natal, para os 'não-programados', como eu, a 'barra pesa'. Choro, olho as estrelas, mas fico na excelente companhia daquele que aceita a minha pequenez, me compreende e me envolve em abraços de luz sem me julgar ou criticar, o dono da festa, Jesus.
Sejam abençoados.
 
Daniela Marchi - Dezembro de 2012

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Oração para não incomodar (André Luiz)



Oração para não incomodar (André Luiz)


Senhor! Concede-me, por misericórdia, o dom de contentar-me com o que tenho, a fim de fazer o melhor que posso.

Ensina-me a executar uma tarefa de cada vez, no campo de minhas obrigações, para que eu não venha a estragar o valor do tempo.

Livra-me da precipitação e da insegurança, de modo que não busque aflições desnecessárias ante o futuro, nem me entregue à inutilidade no presente.

Dá-me a força de esperar com paciência a solução dos problemas que me digam respeito sem tumultuar o caminho dos que me cercam.

Ajuda-me a praticar o esquecimento de mim mesmo, auxiliando-me a fazer pelo menos um benefício aos outros, cada dia, sem contar isso a ninguém.

Se este ou aquele companheiro me aborrece, induze-me a olvidar o que se passou, sem dar conhecimento do assunto aos que me rodeiam.

Ensina-me a não condenar seja quem for e, quando algum apontamento injurioso ou alguma nota de crítica malévola vierem-me à cabeça, ampara-me a fim de que eu tenha recursos de dissipá-los em silêncio, no plano de meus esforços imanifestos.

Impele-me a calar toda queixa, em torno das provas e empecilhos da vida, para que eu não perturbe os que me compartilham a estrada.

Auxilia-me a conservar boa aparência tanto quanto o espírito isento de culpa, a falar com voz calma, a sustentar bons modos e a perder o hábito de impor minhas ideias ou de contradizer as dos outros sem necessidade.

E ajuda-me, Senhor, a viver na obediência aos meus deveres e compromissos, trabalhando e servindo, para não incomodar ninguém.

(André Luiz)

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Como se vestem e se alimentam os Espíritos - Sérgio Thiesen (Programa Despertar Espírita)






Como se vestem e se alimentam os Espíritos - Sérgio Thiesen
(Programa Despertar Espírita)





Yasmin Madeira realiza entrevista com o Dr. Sérgio Thiesen sobre o tema "Como se vestem e se alimentam os Espíritos", no programa Despertar Mediunidade. Vídeo produzido pelo Clube de Arte e exibido na tvnovaluz. com.