segunda-feira, 11 de julho de 2011

O Silêncio é Ouro




O Silêncio é Ouro - XXII


Somos efetivamente donos de nossos destinos e comandantes de nossas vidas. Temos que tentar governar da melhor maneira nossos atos e ações.

O destempero de nossas palavras tem nos causado inúmeros problemas espirituais. Uma palavra depois de proferida, possui um efeito devastador. Tenhamos pois muito cuidado com o que dizemos. Jesus nos alertou que o que contamina o homem não é o que entra pela boca e sim o que dela sai. “porque a boca fala do que está cheio o coração.” (Lc 6:45)

Um homem de poucas palavras dificilmente será leviano nas suas conversas, pois sempre medirá suas palavras.

Os que muito falam tendem a realizar pouco. Se observarmos atentamente, verificaremos que em todo grupo, sociedade ou reunião de pessoas, as que mais falam, geralmente são as que menos fazem. Até mesmo o simbolismo de termos nascido com dois ouvidos e apenas uma boca, nos ensina que devemos ouvir mais e falar menos.

Deus é infinitamente silencioso, e quanto mais o homem se aproxima de Deus, mais silencioso ele se torna.

O ruído é dos homens, o silêncio é de Deus. Jesus era amante do silêncio, gostava de lugares quietos e ermos onde sempre se refugiava para fazer suas preces e meditações.

Nossa alma necessita de silêncio. Procuremos silenciar nossa voz interior para que possamos ouvir a voz de Deus.

A palavra é de prata. O silêncio é de ouro. Nestas duas afirmações estão contidas a sabedoria de milênios da evolução humana. Faça delas o seu lema de vida.

Montesquieu dizia que: “Aquele que fala irrefletidamente assemelha-se ao caçador que dispara sem apontar.”

Para cada mal, há dois grandes remédios: o tempo e o silêncio.

O silêncio é sempre belo, e o homem que cala é mais belo que o homem que fala.


Fonte: http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/sandalo/sandalo-22.html

sábado, 9 de julho de 2011

Atire a Primeira Pedra (Sergito de Souza Cavalcanti)



Atire a Primeira Pedra (Sergito de Souza Cavalcanti) VII

A tendência do homem é acusar e condenar os outros ao invés de olhar para seus próprios defeitos. É colocar-se numa atitude de superioridade e do alto de seu orgulho, apontar pecados alheios e pedir para eles a sentença da condenação. Ouve-se por aí: os outros estão errados, nós é que estamos certos.

Quem somos nós para julgar os outros? Para apedrejá-los com nossas acusações descaridosas? Deixemos à Deus o julgamento e aprendamos do próprio exemplo de Jesus a condenar o pecado e salvar o pecador.

Quando alguns fariseus e escribas repletos de ódio e despeito acusaram a mulher adúltera exigindo seu apedrejamento, o Mestre ergue-se e diz: “O que está puro entre vós atire a primeira pedra”(Jo 8:7). Com essa postura devolve a eles o julgamento da mulher adúltera. A lei de Moisés previa o apedrejamento da mulher flagrada em adultério. A indagação daqueles fariseus se deviam ou não apedrejar a adúltera era uma autêntica cilada. Se o Mestre sentenciasse: “Podem apedrejá-la”, estaria negando todos os ensinos misericordiosos de sua doutrina. No entanto, se dissesse: “Não devem matá-la”, seria imediatamente acusado perante às autoridades como desrespeitador da Leis Mosaicas, o que na época constituía-se em falta grave e verdadeira heresia. A cilada estava preparada. A trama estava bem urdida, o plano tinha requintes de astúcia e não podia falhar. Aparece, então, a sabedoria do Mestre Divino: nem manda que eles cumpram a lei e apedrejem a mulher e nem se coloca contra a lei, condenando a lapidação. Em vez dessas duas alternativas, a primeira vista inevitáveis, lança-lhes um desafio: “Quem não tiver pecado, atire a primeira pedra”(Jo 8:7). “E eles se foram retirando envergonhados um a um, a começar pelos mais velhos” (Jo 8:8)

Quanto mais evoluído é um espírito, tanto maior é sua capacidade de perdoar. Quando perdoamos e amamos somos envolvidos pelo amor, quando não perdoamos e odiamos, somos envolvidos pelo ódio. É uma lei imutável. Se semearmos perdão, colheremos tolerância.

Reprovar infelizmente é a ação que mais praticamos. Condenar, torna-se mais fácil que ser solidário. Aceitar o erro como um possível caminho para o acerto é muito difícil, no tribunal injusto de nossa personalidade egoísta. Nossa tendência é sempre ver o erro nos outros e nunca em nós mesmos. Ao invés de acusar, deveríamos estar prontos para entender a fraqueza de nosso semelhante, pois também, nós muito erramos. Conforme o próprio Cristo afirmou: “Quem tiver sem pecado, que atire a primeira pedra” (Jo 8:7)

Fonte: http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/sandalo/sandalo-07.html

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Ingratidão



Ingratidão - XXXIX

Procure sempre fazer o bem a todos que cruzarem teus caminhos. Faça sempre o melhor em favor de seu próximo, sem esperar nenhuma recompensa, nenhum reconhecimento.

Nunca se revolte contra os atos menos felizes dos companheiros de jornada que retribuem com indiferença e orgulho o bem recebido. Fazer o bem esperando benefícios é ser egoísta, pois o benefício desinteressado é o único agradável a Deus. Quem cobra gratidão é mero vendedor de benefícios.

Aquele que procura na terra a recompensa do bem que faz, não a receberá no mundo espiritual.

Deus permite que seja pago com a ingratidão para que possa alcançar a perseverança em fazer o bem.

Os benefícios acabam por abrandar os mais duros corações e se forem esquecidos neste mundo, jamais o serão no outro. Um benefício jamais se perde.

Faça o bem desinteressadamente sem se deixar desencorajar pelas decepções.

Seja grato a quem lhe beneficia, mas nunca exija gratidão a quem beneficiar.

Emmanuel diz: “Se o ingrato percebesse o fel da amargura que lhe invadirá, mais tarde o coração, não perpetuaria o delito da indiferença”.

A ingratidão constitui doença da alma que poucos de nós pode considerar-se imune.

Procure compreender seu próximo e não magoe aqueles que o beneficiou.

Os melindres e desentendimentos surgem sempre quando cobramos amizade, respeito, consideração e compreensão daqueles que eventualmente beneficiamos.

Quem se doa em benefício de um filho, de um amigo, de um necessitado, jamais deve pensar em retribuição.

Sirva sem perguntar, ampare com amor, socorra sem condições e estará seguindo os passos de Jesus de Nazaré.

Já imaginou o que seria de nós se Jesus magoado com nossa ingratidão resolvesse nos abandonar?

Sirva e esqueça os ingratos, que acabarão mais cedo ou mais tarde defrontando-se com a própria consciência.



Fonte: http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/sandalo/sandalo-39.html

A Semente (Emmanuel)




"Assim como a semente traça a forma e o destino da árvore, os teus próprios desejos é que te configuram a vida."

(Emmanuel)

terça-feira, 5 de julho de 2011

Obreiros da Vida Eterna (André Luiz | Chico Xavier) Capítulo 12 - Excursão de adestramento


Justificar
Obreiros da Vida Eterna - Capítulo 12 - Excursão de adestramento


"[...] Os imperativos da evangelização preponderam aqui sobre os demais. Para infundir espiritualidade superior à mente humana urge aproveitar realizações como esta, já que é muito dificil obter espontâneo arejamento da esfera sentimental. Valemo-nos da casa, venerável em seus fundamentos de solidariedade cristã, como núcleo difusor de idéias salutares. A fundação é muito mais de almas que de corpos, muito mais de pensamentos eternos que de coisas transitórias. O diretor, o cooperador e o abrigado, recebendo as responsabilidades inerentes ao programa de Jesus, instintivamente se convertem nos instrumentos vivos da Luz de Mais Alto. Satisfazendo necessidades corporais, solucionamos problemas espirituais. Entrelaçando deveres e dividindo-os com os nossos irmãos encarnados, no setor de assistência, conseguimos criar bases mais sólidas à semeadura das verdades imorredouras. Realmente, as outras escolas religiosas não se esqueceram de materializar a bondade em obras de alvenaria. A Igreja Católica Romana dispõe de institutos avançados, sob o ponto de vista material, abrigando a infância desfavorecida; entretanto, aí, as concepções espirituais não se desenvolvem, acanhadas que ficam nos moldes tirânicos dos dogmas obsoletos, O trabalho, pois, na maioria dos casos, circunscreve-se ao simples armazenamento de pão efêmero. As Igrejas Protestantes possuem, por sua vez, grandes colégios e congregações, distribuindo valores educativos com a juventude; todavia, suas organizações se baseiam, quase sempre, mais na letra dos conceitos evangélicos que nos conceitos evangélicos da letra...

Irene sorriu, fêz ligeiro intervalo e continuou:

— Não desejamos menosprezar os serviços admiráveis dos aprendizes do Evangelho nos variados campos religiosos. Todos são respeitáveis, se levados a efeito pelo devotamento do coração. Desejamos apenas destacar os valores iluminativos. Nos primórdios da obra cristã, não faltavam prestigiosas providências da política imperial de Roma, a fim de que os famintos e esfarrapados recebessem trigo e agasalho e até mesmo preceptores seletos, filiados a famosos centros culturais de gregos e egípcios. Porém, no intuito de incentivar a obra de legítima iluminação do espírito, Simão Pedro e os companheiros de apostolado obrigaram-se a longo programa de socorro aos infortunados de toda sorte. Nem todos os seguidores do Evangelho procediam das altas camadas sociais do Judaísmo, como Gamaliel, o venerando rabino cujo intelecto desenvolvido encontrou o Mestre. A maioria dos necessitados entraria em contacto com Jesus através da sopa humilde ou do teto acolhedor. Lavando leprosos, tratando loucos, assistindo órfãos e velhinhos desamparados, os continuadores do Cristo davam trabalho a si próprios, dedicavam-se aos infelizes, esclarecendo-lhes a mente, e ofereciam lições de substancial interesse aos leigos da fé viva. Como não ignoram, estamos fazendo no Espiritismo evangélico a recapitulação do Cristianismo.

O padre Hipólito aprovou, benévolo:

— Sim, inegàvelmente; precisamos estimular a formação de serviços que libertem o raciocínio para vôos mais altos.

— Dentro de nosso esforço — prosseguiu frene, com lhaneza —, o imperativo primordial consiste na iluminação do espírito humano com vistas à eternidade. Urge, no entanto, compreender que, para a obtenção do desiderato, é imprescindível “fazer alguma coisa”. Onde todos analisam, admiram ou discutem não se levantam obras úteis para atestar a superioridade das idéias. Por isso, nossos Mentores da Vida Divina apreciam o servo pela dedicação que manifeste à responsabilidade. O necessitado, o beneficiário, o crente e o investigador virão sempre aos nossos centros de organização da doutrina. E toda vez que exercitem o serviço cristão pela mediunidade ativa, pela assistência fraterna, pelos trabalhos de solidariedade comum, quaisquer que sejam, apresentam caracteres mais positivos de renovação, porque a responsabilidade na realização do bem, voluntàriamente aceita, transforma-os em traços animados entre dois mundos — o que dá e o que recebe. Como vêem, a luz divina prevalece sobre a benemerência humana, porque esta, sem aquela, pode muitas vezes degenerar em personalismo devastador, compreendendo- se, todavia, em qualquer tempo, que a fé sem obras é irmã das obras sem fé.

Fonte: Obreiros da Vida Eterna (André Luiz | Chico Xavier) Capítulo 12 - Excursão de adestramento

Frases de Emmanuel





"...O teu trabalho é a oficina
Em que podes forjar a tua própria luz."

"O bem que praticas em qualquer lugar
será teu advogado em toda parte."

"Não existem garantias. Sob a perspectiva do medo, nada é suficientemente seguro. Sob a perspectiva do amor, nada é necessário."


Emmanuel

sábado, 2 de julho de 2011

Globo Repórter 01-07-2011 - Defensores dos Animais




Globo Repórter 01-07-2011 Parte 1/5 Defensores dos Animais




Globo Repórter 01-07-2011 Parte 2/5 Defensores dos Animais




Globo Repórter 01-07-2011 Parte 3/5 Defensores dos Animais




Globo Repórter 01-07-2011 Parte 4/5 Defensores dos Animais




Globo Repórter 01-07-2011 Parte 5/5 Defensores dos Animais




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