segunda-feira, 28 de maio de 2012

Riqueza Prematura (Emmanuel | Chico Xavier)




Riqueza Prematura (Emmanuel)



Desapareceram documentos e objetos de valor que talvez te abastecessem de recursos materiais para muito tempo.

Perdeste a oportunidade de garantir uma pensão sólida nos dias do futuro em que teu corpo, talvez, não mais te auxiliasse a trabalhar pela própria manutenção, unicamente em face da desatenção de alguém ou porque a memória não te auxiliasse a recordar minudências alusivas ao assunto.

Não te permitas destrambelhar o pensamento por isso.

Possivelmente amigos espirituais, zelosos e atentos, te houvessem auxiliado a perder essas vantagens em teu próprio benefício.

Indaga de ti, se estarias efetivamente em condições de trabalhar, caso estivesses com a vida escorada no dinheiro excessivo.

Medita na situação dos parentes aos quais talvez o excesso de recursos financeiros afastasse da obrigação de servir, com a agravante de induzi-los aos perigos da ociosidade dourada.

Recorda aqueles a quem a despreparação para conservar o dinheiro e administrá-lo situou em ruinosa segregação ante o medo de perder a suposta superioridade em que passariam a viver.

Pensa nos avanços indébitos da inveja e do despeito sobre os teus dias, por parte daqueles que ainda não aprenderam a respeitar a vida dos semelhantes, caso mantivesses a fortuna fora da circulação e do trabalho, sem utilidade para ninguém.

Lembra as discórdias e demandas de testamentos e inventários, promovidos por teus próprios descendentes, na hipótese da tua morte inesperada, ante os bens materiais que, porventura, deixasses sem justa e proveitosa destinação.

Aceita a vida laboriosa que Deus te concedeu, reconhecendo que a fortuna estará em tuas mãos quando souberes dirigi-la, sem permitir que ela te escravize.

Emmanuel. Livro: Calma. Francisco Cândido Xavier

A Semente (Chico Xavier | Emmanuel)





A Semente (Chico Xavier | Emmanuel)


Observa, no entanto, o poder misericordioso de Deus, nos menores distritos da Natureza.

A semente sufocada é a que te sustentará o celeiro.

A pedra colocada em disciplina é o agente que te assegura firmeza na construção.

Aflições e lágrimas são processos da vida, em que se te acrescentam as energias, a fim de que sigas a frente, na quitação dos compromissos esposados, para que se te iluminem os olhos, no preciso discernimento.

Nos dias difíceis de atravessar, levante-te para a vida, ergue a fronte, abraça o dever que as circunstâncias te deram e abençoa a existência em que a Providência Divina te situou.

Por maiores se façam a dor que te visite, o golpe que te fira, a tribulação que te busque ou o sofrimento que te assalte, não esmoreças na fé e prossegue fiel as próprias obrigações, porque se todo o bem te parece perdido, na face da tarefa em que te encontras, guarda a certeza de que Deus está contigo, trabalhando no outro lado.

Francisco Cândido Xavier. Da obra: Alma e Coração. Ditado pelo Espírito Emmanuel.

sábado, 26 de maio de 2012

O Amor (Chico Xavier)



O Amor (Chico Xavier)


Vida
É o amor existencial.

Razão
É o amor que pondera.

Estudo
É o amor que analisa.

Ciência
É o amor que investiga.

Filosofia
É o amor que pensa.

Religião
É o amor que busca a Deus.

Verdade
É o amor que eterniza.

Ideal
É o amor que se eleva.


É o amor que transcende.

Esperança
É o amor que sonha.

Caridade
É o amor que auxilia.

Fraternidade
É o amor que se expande.

Sacrifício
É o amor que se esforça.

Renúncia
É o amor que depura.

Simpatia
É o amor que sorri.

Trabalho
É o amor que constrói.

Indiferença
É o amor que se esconde.

Desespero
É o amor que se desgoverna.

Paixão
É o amor que se desequilibra.

Ciúme
É o amor que se desvaira.

Orgulho
É o amor que enlouquece.

Sensualismo
É o amor que se envenena.

Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.

Francisco Cândido Xavier

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Os Animais, Nossos Companheiros (Dra. Irvenia Prada)





Dra. Irvenia Prada - Os Animais, Nossos Companheiros - Parte 1





Dra. Irvenia Prada - Os Animais, Nossos Companheiros - Parte 2




Renovação de ânimo






Renovação de ânimo

O desânimo é inimigo sutil do ser humano. Instala-se a pouco e pouco, terminando por vencer as resistências morais, que se sentem desestimuladas por falta de suporte emocional para a luta.

São várias as causas do desânimo. Pode ser resultante de uma enfermidade orgânica, que gera perda de energia, por consequência, de entusiasmo pela vida.

Pode resultar de estresse decorrente de agitação ou de tensões continuadas. Também por frustrações profundas, que deixam n'alma um grande vazio.

Contudo, seja qual for a causa, o importante é não se deixar envolver pelo desânimo, desalentador e destruidor de vidas.

Se a causa é a enfermidade, o estresse ou a frustração, há que se buscar a terapia conveniente.

Por vezes, um pequeno estímulo, um alento é suficiente para se sair de um estado de desânimo para o de entusiasmo.

Um ilustre juiz contou, certa vez, um episódio que transformou toda a sua vida. Aos 16 anos de idade, viu-se obrigado a deixar a escola e a se empregar como varredor numa fábrica.

Quando veio a crise econômica da década de 1930, numa tarde cinzenta, na véspera de Natal, ele foi despedido, junto com centenas de outros empregados.

Quando saiu para a rua, ao final do turno de trabalho, foi seguindo no meio de uma fila silenciosa e sombria de operários.

Embora adolescente, ele se sentia envelhecido num mundo sem esperanças.

À sua frente, caminhava um homem magro e mal vestido. Aquele homem também fora despedido. Mas ia assobiando pelo caminho.

O rapaz se aproximou dele e perguntou:

O que você vai fazer agora?

E o desconhecido respondeu com naturalidade:

Acho que vou para a Àfrica. Lá, rapaz, as estrelas sobre o deserto são do tamanho de ameixas. Ou talvez  eu vá para o Rio de Janeiro. As luzes ali sobem sem parar da praia até o céu.

O mundo é bem grande, rapaz, e o que há nele dá de sobra para fazer qualquer homem feliz, desde que não tenha medo de ir aonde a cabeça e o coração o levarem.

Para o adolescente, aquelas palavras tiveram um grande efeito. Foi como se tivesse sido aberta uma janela na parede de uma prisão e ele pudesse ver através de milhões de quilômetros.

Foi para casa com a cabeça cheia de planos. Se aquele homem, bem mais maduro do que ele, tinha forças para tecer planos para o futuro, ele, adolescente, deveria ter muito mais.

E, pensando assim, na semana seguinte não somente conseguiu encontrar um meio de se manter, como se matriculou numa escola noturna, perseguindo o seu sonho que viria se tornar realidade: formar-se em Direito e seguir a carreira da magistratura. Ser juiz.

*   *   *

Nunca será demais insistir que a oração é arma poderosa para o combate ao desânimo. Ela favorece a canalização de energias superiores, que vertem da Divindade em direção ao indivíduo que se encontra em atitude receptiva.

Com a prece, a criatura vai sentindo momentos de bem-estar e euforia. São momentos rápidos, mas que pela constância, vão se fixando na criatura, até se tornarem habituais, preenchendo o vazio interior.

O hábito da oração sincera restitui a alegria de viver, oferecendo ao ser metas saudáveis e renovadoras, que o enriquecem de paz interior.


Redação do Momento Espírita, com base no cap. Relógio marcando dez horas, do livro
Remotos cânticos de Belém, de Wallace Leal Rodrigues, ed. O clarim e do item 
Cansaço e desânimo, do cap. A busca, do livro O despertar do Espírito, pelo 
Espírito Joanna de Angelis, psicografia de  Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Disponível no CD Momento Espírita, v. 7, ed. Fep.
Em 09.10.2009.

Fonte do texto: http://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=552&let=&stat=0
Fonte do video: http://www.youtube.com/watch?v=Pbj6j6mz5YQ

terça-feira, 15 de maio de 2012

Por que sofremos? (Raul Teixeira)



Por que sofremos? (Raul Teixeira)




Interferência dos Espíritos - Ana Guimarães (Programa Despertar Espírita)



Interferência dos Espíritos - Ana Guimarães
(Programa Despertar Espírita)




Fonte: Despertar Espírita Canal YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=gVIrm8V_Gfw

Lições básicas de espiritismo para quem não o conhece (Daniela Marchi)




Lições básicas de espiritismo para quem não o conhece
(Daniela Marchi)

  É de se admirar que em pleno terceiro milênio alguém sofra com o sectarismo de qualquer natureza. Jesus nos deixou a lição suprema de tolerância e compassividade ao morrer aviltado na cruz sem se revoltar, e tem gente que, tendo tanto que se melhorar ainda, se vê no direito de criticar ou discriminar as escolhas de outrem. 

Este preâmbulo é para falar de um quadro ilustrado colocado no mural da minha página do Facebook há alguns meses, que dizia assim: “Sou (de tal religião), graças a Deus”. Nos comentários, a beldade que pregou isso no meu mural, escreveu os seguintes dizeres: “Eu não me desviei do caminho”! 

Como sou filha de Deus em evolução, logicamente, tive vontade de rebater com argumentos diretos e mordazes, entretanto, como meu querido ‘faceamigo’ se incomodou por eu ter me tornado Espírita e me atacou, resolvi agir de acordo do as diretrizes do Espiritismo e do Cristo: silenciar perante as ofensas. 

Exclui a ilustração de mau gosto, mesmo porque, nenhuma religião é melhor que a outra e, a pessoa que tem pureza d´alma nem religião precisa ter, já que está conectada com o criador pelos laços do amor. 

Eu mesma me tornei Espírita porque enxerguei na doutrina uma lógica irretorquível! Não me venham os beatos me falar sobre os mistérios da fé, pois, se o reino de Deus tivesse que ser oculto e misterioso, Deus não nos daria inteligência.  

E porque sou uma pessoa que busca respostas para tudo, apaixonei-me pela Doutrina Espírita. 

No longínquo ano de 1994, conheci a doutrina através de uma amiga de faculdade, a Egle. É verdade que eu já havia lido vários romances mediúnicos, mas a Egle me apresentou à vertente científica da Doutrina quando me presenteou com o precioso livro ‘Depois da Morte’, do erudito León Denis. 

  Fiquei maravilhada quando assisti, pela primeira vez, a uma palestra num centro: todos reunidos em silêncio respeitável, explanações e depois os passes. Nunca esqueço da sensação de ter recebido meu primeiro passe, o calor do magnetismo a percorrer minha espinha e depois a mão do médium sobre meu ombro. Em meio a um sorriso plácido, ele me disse: ‘seja bem vinda, esta casa é sua’. Diacho! Como o homem sabia que era a minha primeira vez ali? Pois é, o médium passista não sabia, mas emprestou sua voz para que a bondosa entidade que me levou até lá se comunicasse comigo. 

Meses depois, sofri a perda de meu grande companheiro e amigo: meu pai. Ele partiu depois de um enfarte fulminante. A morte de meu pai foi num sábado. Na segunda, eu já estava frequentando o trabalho e a faculdade. A primeira lição de Espiritismo eu já tinha aprendido: desmistificar a morte, que não é senão um retorno para a vida real. Doía muito e eu chorava sempre que dava vontade, mas as lágrimas não eram de revolta. 

Outra lição do Espiritismo e um dos pilares da doutrina, eu ainda estou praticando e, todo bom cristão e Espírita jamais abandona esta prática: a reforma íntima. Trocando em miúdos, reforma íntima significa demover todos os esforços para se melhorar moralmente. Para praticar a reforma íntima tenho sempre em mente a máxima preconizada pelo mestre, de não fazer ao próximo, o que não quero que o próximo faça a mim. Englobo neste conceito de próximo também os animais, que a Doutrina ensina serem nossos irmãos menores, dotados de alma e com a inteligência em evolução, merecedores de nossa compaixão e respeito. 

Com o Espiritismo aprendi ainda a respeitar as diversidades e a refletir a respeito do grau de adiantamento de cada um, portanto, uma pessoa que desprezamos hoje em virtude de qualquer ‘verniz social’, pode estar anos-luz à nossa frente no quesito moralidade e, no fim das contas, para Deus, o que importa realmente são os tesouros da alma que amealhamos. 

 Outro aspecto que me fascina é que a Doutrina não é impositiva. Em nenhuma obra você verá alguma regra sobre fazer ou não fazer determinada coisa. O Espiritismo tem a franqueza de expor as consequências dos nossos atos, isto porque retrata com cores vivas tudo o que acontece do outro lado. É um maravilhoso noticiário ao além-túmulo. Assim, quando o nossos atos se distanciam das diretrizes do amor universal criadas pelo Todo Poderoso, é claro que as consequências serão dolorosas para nós. Aí está a beleza: para ser Espírita, tem que ser destemido, porque somos confrontados, a todo momento, com a nossa consciência, a poderosa voz de Deus em nós. Então, não adianta fazer tantas ou quantas penitências se você não se modificar. O Espiritismo ensina que NÃO SE BARGANHA COM DEUS, por mais extensas que sejam as orações ou mais polpudos os dízimos...

  É de se ressaltar ainda que a Doutrina não tem nenhum rebuscamento, nenhum rococó! Tudo é muito simples: não tem liturgia e nem movimentos ensaiados; também não tem culto a imagens, oferendas, música barulhenta, nada disso. Você entra num Centro e ouve uma música suave para se acalmar e meditar, assiste a palestra (tem oração no início e fim de cada explanação, mas bem simples), toma passe, se quiser e, no final, antes de sair da casa, a pessoa tem à disposição um copinho de água fluidificada, tudo agradável, acolhedor e ‘simples assim’.

  Quanto ao intercâmbio com os espíritos, outro ponto crucial da Doutrina, este é feito em reuniões fechadas ao público em geral e contam com médiuns que passam, via de regra, por estudos e intenso preparo. Irmãos nossos desencarnados são socorridos e esclarecidos nas reuniões mediúnicas quando aptos a receber este amparo. O labor do médium sério é uma missão de amor e renúncia pois, para se exercer a mediunidade com Jesus, é preciso renunciar aos chamados do mundo materialista de hoje. Que fique claro que o médium não é melhor que ninguém, mas apenas um trabalhador que empresta seu aparelho (corpo físico) para o amparo de necessitados, tão vivos quanto nós mesmos. A Doutrina Espírita, meu amigo, é o AMOR EM AÇÃO, pois socorre que necessita, lá e cá. 

  
Outros pontos importantes: 

  1) Kardec não é 'nosso Jesus'. Ele foi um homem de letras e educador respeitável que codificou, ou seja reuniu os ensinamentos trazidos pelos Bons Espíritos. Naquela época, em 1850, médiuns de todas as partes do mundo receberam mensagens psicografadas. Kardec as reuniu, selecionou e sistematizou no 'Livro dos Espíritos', no 'Evangelho segundo o Espiritismo' e outras obras. Jesus, o mestre por excelência, é considerado pelo Espiritismo como governador, tutor supremo da Terra, Espírito que, junto a outros Luminares, presidiu a formação do orbe, e 

  2) Chico Xavier não é 'nosso santo', já que não existe santificação ou beatificação na Doutrina, embora a vida do Chico tenha sido um hino de louvor a Deus e, seus atos, certamente, muito mais santos de que os de de muitas personalidades outrora canonizadas 

  Termino esta missiva para meu ‘faceamigo’ não dizendo que ‘sou Espírita, graças a Deus’, mas dando graças a Deus porque encontrei no Espiritismo o alento que precisava para a minha vida. 

Autora: Daniela Marchi, 07/05/2012
Fonte do Blog da autora: http://atriomental.blogspot.com.br/2012/05/licoes-basicas-de-espiritismo-para-quem.html#comment-form

segunda-feira, 14 de maio de 2012

O Valor dos pais (Autor Desconhecido)




O Valor dos pais

Um jovem de nível acadêmico excelente, candidatou-se à posição de gerente de uma grande empresa. Passou a primeira entrevista e o diretor fez a última, tomando a última decisão. O diretor descobriu, através do currículo, que as suas realizações acadêmicas eram excelentes em todo o percurso, desde o secundário até à pesquisa da pós-graduação e não havia um ano em que não tivesse pontuado com nota máxima.

O diretor perguntou, "Tiveste alguma bolsa na escola?" O jovem respondeu, "nenhuma". O diretor perguntou, "Foi seu pai quem pagou as suas mensalidades? " O jovem respondeu, "O meu pai faleceu quando eu tinha apenas um ano, foi a minha mãe quem pagou as minhas mensalidades." O diretor perguntou, "Onde trabalha a sua mãe? " - e o jovem respondeu: "A minha mãe lava roupa." O diretor pediu que o jovem lhe mostrasse as suas mãos. O jovem mostrou um par de mãos macias e perfeitas. O diretor perguntou, "Alguma vez ajudou sua mãe lavar as roupas? " – O jovem respondeu: "Nunca, a minha mãe sempre quis que eu estudasse e lesse mais livros. Além disso, a minha mãe lava a roupa mais depressa do que eu." O diretor disse, "Eu tenho um pedido. Hoje, quando voltar, vá e limpe as mãos da sua mãe e depois venha ver-me amanhã de manhã."

O jovem sentiu que a hipótese de obter o emprego era alta. Quando chegou em casa, pediu, feliz, à mãe que o deixasse limpar as suas mãos. A mãe achou estranho, estava feliz, mas com um misto de sentimentos e mostrou as suas mãos ao filho. O jovem limpou lentamente as mãos da mãe. Uma lágrima escorreu-lhe enquanto o fazia. Era a primeira vez que reparava que as mãos da mãe estavam muito enrugadas e havia demasiadas contusões nas suas mãos. Algumas eram tão dolorosas que a mãe se queixava quando limpava com água. Esta era a primeira vez que o jovem percebia que este par de mãos que lavavam roupa todo o dia tinham-lhe pago as mensalidades. As contusões nas mãos da mãe eram o preço a pagar pela sua graduação, excelência acadêmica e o seu futuro.

Após acabar de limpar as mãos da mãe, o jovem silenciosamente lavou as restantes roupas pela sua mãe. Nessa noite, mãe e filho falaram por um longo tempo.

Na manhã seguinte, o jovem foi ao gabinete do diretor. O diretor percebeu as lágrimas nos olhos do jovem e perguntou, "Diz-me, o que fez e que aprendeu ontem em sua casa?" O jovem respondeu, "Eu limpei as mãos da minha mãe e ainda acabei de lavar as roupas que sobraram." O diretor pediu, "Por favor, diz-me o que sentiu." O jovem disse "Primeiro, agora sei o que é dar valor. Sem a minha mãe, não haveria um eu com sucesso hoje. Segundo, ao trabalhar e ajudar a minha mãe, só agora percebi a dificuldade e dureza que é ter algo pronto. Em terceiro, agora aprecio a importância e valor de uma relação familiar." O diretor disse, "Isto é o que eu procuro para um gerente. Eu quero recrutar alguém que saiba apreciar a ajuda dos outros, uma pessoa que conheça o sofrimento dos outros para terem as coisas feitas e uma pessoa que não coloque o dinheiro como o seu único objetivo na vida. Está contratado."

Mais tarde, este jovem trabalhou arduamente e recebeu o respeito dos seus subordinados. Todos os empregados trabalhavam diligentemente e como equipe. O desempenho da empresa melhorou tremendamente.

Uma criança que foi protegida e teve habitualmente tudo o que quis se desenvolverá mentalmente e sempre se colocará em primeiro. Ignorará os esforços dos seus pais e quando começar a trabalhar, assumirá que todas as pessoas o devem ouvir e quando se tornar gerente, nunca saberá o sofrimento dos seus empregados e sempre culpará os outros. Para este tipo de pessoas, que podem ser boas academicamente, podem ser bem sucedidas por um tempo, mas eventualmente não sentirão a sensação de objetivo atingido. Irão resmungar, estar cheios de ódio e lutar por mais.

Se somos esse tipo de pais, estamos realmente a mostrar amor ou estamos a destruir o nosso filho? Pode-se deixar seu filho viver numa grande casa, comer boas refeições, aprender piano e ver televisão num grande TV de LCD. Mas quando cortar a grama, por favor, deixe-o experienciar isso. Depois da refeição, deixe-o lavar o seu prato juntamente com os seus irmãos e irmãs. Deixe-o guardar seus brinquedos e arrumar sua própria cama. Isto não é porque não tem dinheiro para contratar uma empregada, mas porque o quer é amar e ensinar como deve de ser. Quer que ele entenda que não interessa o quão ricos os seus pais são, pois um dia ele irá envelhecer, tal como a mãe daquele jovem.

A coisa mais importante que os seus filhos devem entender é a apreciar o esforço e experiência da dificuldade e aprendizagem da habilidade de trabalhar com os outros para fazer as coisas. Quais são as pessoas que ficaram com mãos enrugadas por mim? O valor de nossos pais... Um dos mais bonitos textos sobre educação familiar que já li. Leitura obrigatória para nós pais e, principalmente, para os filhos.

(Autor Desconhecido)

Aos enfraquecidos na luta (Emmanuel / Chico Xavier)




Aos enfraquecidos na luta (Emmanuel / Chico Xavier)

Almas enfraquecidas, que tendes, muitas vezes,sentido sobre a fronte o sopro frio da adversidade, que tendes vertido muitos prantos nas jornadas difíceis em estradas de sofrimentos rudes, buscai na fé, os vossos imperecíveis tesouros.

Bem sei a intensidade da vossa angústia e sei de vossa resistência ao desespero. Ânimo e coragem! No fim de todas as dores, abre-se uma aurora de ventura imortal; dos amargores experimentados, das lições recebidas, dos ensinamentos conquistados à custa de insano esforço e de penoso labor, tece a alma sua auréola de eternidade gloriosa; eis que os túmulos se quebram e da paz cheia de cinzas e sombras, dos jazigos, emergem as vazes comovedoras dos mortos. Escutai-as!... elas vos dizem da felicidade do dever cumprido, dos tormentos da consciência nos desvios das obrigações necessárias.

Orai, trabalhai e esperai. Palmilhai todos os caminhos da prova com destemor e serenidade. As lágrimas que dilaceram, as mágoas que pungem, as desilusões que fustigam o coração, constituem elementos atenuantes da vossa imperfeição, no tribunal augusto, onde pontifica o mais justo, magnânimo e integro dos juízes. Sofrei e confiai, que o silêncio da morte é o ingresso para uma outra vida, onde todas as ações estão contadas e gravadas as menores expressões dos nossos pensamentos.

Amai muito, embora com amargos sacrifícios, porque o amor é a única moeda que assegura a paz e a felicidade no Universo.

(Emmanuel / Chico Xavier)

Fonte: Livro "Dissertações Mediúnicas sobre importante questões que preocupam a humanidade"
Pelo espírito de Emmanuel

domingo, 13 de maio de 2012

Livro: Há Dois Mil Anos - Uma Encarnação de Emmanuel




Há Dois Mil Anos - Uma Encarnação de Emmanuel


Na época de Cristo, viveu na Terra, Públio Lentulus, um senador romano, esposo de Lívia, nobre romana de extrema beleza, criatura de alma nobre e espírito iluminado. Orgulhoso e fiel a sua casta, de forma alguma admitia o Cristianismo.

Mesmo tendo Jesus salvado sua filha da morte, ele não se permitia reconhecer que fora através do Mestre, que ela encontrara a cura.

Esse senador, tinha pela esposa imenso amor e escreveu a ela uma poesia - Alma Gêmea, mas por uma calúnia levantada por Cláudia, a esposa do governador Poncio Pilatos, sobre sua honra, ele passou a desprezá-la e isso se prolongou por vinte e cinco anos.

Diante da situação criada, ela cantava, na solidão do seu quarto, para seu amado esposo, a linda poesia que ele lhe dedicara, pois sofria demais pelo descaso com que era tratada, inocente da infâmia que o afastara dela.

A ela só restou, para amenizar sua dor,se entregar a fé em Jesus, dando testemunho dessa fé, indo, com sua escrava de confiança, às reuniões que promoviam os seguidores do Mestre.

Públio também sofria, embora sabendo, em seu coração, que sua amada era inocente, mas seu orgulho de romano, o impedia de se reconciliar com ela.

Depois de muito sofrer a sua falta, decide voltar atrás... mas, nessa noite, ela é presa por perseguidores de Jesus, ao ser encontrada no meio da multidão que seguia o Salvador e morre vítima dos leões, no dia seguinte, na arena onde os cristãos eram entregues à morte, para júbilo dos romanos.

O senador faz parte dessa infeliz festa, assistindo aos leões estraçalharem suas vítimas, quando vê brilhar, no chão da arena, um camafeu com seu semblante em alto relevo, que ele havia lhe dado no dia de seu casamento com ela, como prova de união eterna.

Desesperado, ele toma da jóia... Livia não existe mais nessa Terra... 

Leia a história completa, no Livro "Há 2.000 anos", psicografado por Francisco Cândido Xavier, ditado pelo espírito de Emmanuel, reencarnação posterior de Publio Lentulus, o senador romano que perdeu a esposa que tanto amou, em nome do orgulho e por não aceitar Jesus como o Salvador da Humanidade.

Fonte: Amigos de Chico Xavier (no Facebook) em https://www.facebook.com/photo.php?fbid=385037984880792&set=a.294247813959810.96494.294224030628855&type=1&ref=nf

sábado, 12 de maio de 2012

Filme "E a vida continua" - Agosto de 2012



Em Agosto de 2012, o público verá nos cinemas brasileiros uma história fascinante.

E a vida continua...

Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”,
de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.

Direção e Roteiro: Paulo Figueiredo
Produção:  Versátil Digital Filmes e VerOuvir Produções
Produtores: Oceano Vieira de Melo, Sonia Marsaiolli de Melo
e Paulo Figueiredo
Produtores Associados: FEB / VerOuvir / Versátil Digital Filmes
Distribuição Paris Filmes

Coordenação de Produção: Ricardo Parah
Gerência de Produção: Giselle Figueiredo
Produção de Elenco:Rosana Penna
Direção de Arte/Figurino: Liana Obata
Direção de fotografia: Tony Ciambra
Câmera:  Bruno Martins e Edson Audi
Som direto:  Gustavo Goulart e Geraldo Ribeiro

Sinopse:

A transposição deste romance para a tela põe em destaque o que a obra original tem de mais expressivo em seu conteúdo. Converte a essência de cada trecho literário em cenas vivas, instigantes, de interesse humano inquestionável.

Levado por uma dessas tantas "coincidências" da vida, um homem de cinqüenta anos conhece, em circunstâncias dramáticas, uma jovem de vinte e cinco. Fugitivo de si mesmo, sobrevivente de uma tragédia pessoal que o tempo ensinou a esconder num bem-humorado sorriso, no mesmo instante se encanta por essa moça, que além da frustrada paixão pelo marido infiel nenhuma razão mais possui para  continuar vivendo.

Como náufragos à deriva, Ernesto e Evelina juntam forças e esperanças. Mas não só amores e desamores passados os tornam semelhantes. A questão da saúde comprometida pela mesma enfermidade grave, outra "coincidência", lança expectativas sombrias no futuro dos dois. Como investir numa tão promissora amizade que pode acabar sem glória e sem despedida no centro cirúrgico de um hospital? Instala-se a dúvida. E nos poucos dias que os separam de seus destinos curiosamente parecidos, o homem e a mulher que o "acaso" trouxe para um encontro preparam suas almas apostando na Vida mas com um olho na Morte.

No último minuto de proximidade na estância de repouso preparatório para as cirurgias, dizer o quê? Adeus? Até breve?

Na falta de resposta o silêncio foi melhor. Um sorriso e uma mão acenando disseram mais.

Como no Teatro, fechava-se a cortina ao final do Primeiro Ato. O Segundo seria num outro palco, numa nova dimensão, para uma outra platéia. Entenderiam os protagonistas, agora, que a Vida é uma peça de muitos Atos, porém sem fim.

E a Vida Continua...
Filme adaptado do livro “E A VIDA CONTINUA”,
de André Luiz, psicografado por Chico Xavier.

Atores principais do filme

AMANDA ACOSTA - Evelina Serpa
LUIZ BACCELLI - Ernesto Fantini
LIMA DUARTE - Instrutor Ribas
ANA ROSA – Lucinda
LUIZ CARLOS DE MORAES - Instrutor Cláudio
RUI REZENDE – Desidério dos Santos
LUIZ CARLOS FELIX – Caio Serpa
ANA LÚCIA TORRE - Brígida
CLAUDIA MELLO – Alzira
ARLETE MONTENEGRO - Sra. Tamburini
ROSANA PENNA – Elisa
RONALDO OLIVA -  Túlio Mancini
SAMANTHA CARACANTE – Vera Celina
CESAR PEZZUOLLI – Amâncio
CARLA FIORONI – Enfermeira Isa
PERSONAGENS DO UMBRAL - Guilherme Santana, Lucienne Cunha, Marco Antonelli e Débora Muniz, mais um grande elenco.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Reparação (Emmanuel / Chico Xavier)





Reparação (Emmanuel / Chico Xavier)


Na Terra, muitas vezes, aguardamos a passagem da desencarnação para o ingresso ao paraíso, esquecendo na vizinhança a oportunidade de construir o Céu pela implantação da verdadeira fraternidade.

Em muitas ocasiões, suspiramos pela presença dos anjos recusando os mais íntimos exercícios de compaixão e bondade, a benefício de outrem.

Habitualmente, rogamos o amparo divino, sem ceder um milímetro de nosso conforto humano e, quase sempre, reclamamos a bênção dos instrutores espirituais cerrando a porta de nossas almas aos que nos suplicam entendimento e perdão.

É imprescindível, porém, recordar que ninguém precisa morrer na carne para ressurgir na atitude.

O sol renascente, cada manhã, ensina-nos, em silêncio, que a vida começa todos os dias e que em todos os dias é possível refazer o destino pela reparação voluntária de nossos próprios erros.

Aprendamos a fazer luz no íntimo de nós mesmos, através do estudo nobre e a corrigir nossos males pelo serviço do bem constante.

Saibamos edificar, segundo o amor claro e simples, e perceberemos, em cada instante, o nosso ensejo de cooperar em favor dos outros.

Dispõe-te a semelhante mister e não encontrarás no campo em que jornadeias senão companheiros de esperança e de luta, mendigando-te o coração.

Enxameiam aqui e ali, aflitos e desditosos, ainda mesmo quando se te afigurarem dominados de orgulho ou envilecidos na verdade.

Não lhes agravem a dor entendendo as sombras que lhes obscurecem as horas.

Foge à reprovação que aniquila, evita sarcasmo que envenena a exigência que desfigura e abstém-te da acusação que vergasta...

Lembra-te de que a todos nos cabe o dever do auxílio para que sejamos auxiliados.

E, reparando, incessantemente, o mal que outrem provoque, estarás restaurando o próprio caminho que, limpo e renovado, deixará passar, em teu socorro, a luz do bem eterno, de que ninguém prescinde na ascenção para Deus. 


Emmanuel - Do livro: Confia e Segue, Médium: Francisco Cândido Xavier

O que é & o que não é o Espiritismo (Grupo Espírita Apóstolo Paulo)




O que é & o que não é o Espiritismo

Grupo Espírita Apóstolo Paulo

Existe uma confusão muito grande a respeito do que é ou não é Doutrina Espírita ou Espiritismo. Isto porque há pessoas que não sabem que as palavras "espírita" e "espiritismo" foram criadas em 1857, na França, pelo codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec. Somente deveriam utilizarem-se destes termos os locais religiosos ou pessoas que seguissem os postulados desta doutrina.

Assim, cultos e religiões que de alguma forma têm em suas práticas a comunicação de Espíritos e a crença na reencarnação são confundidas erroneamente com o Espiritismo.

Na verdade, embora mereçam todo o respeito dos espíritas verdadeiros, estas seitas são adeptas do espiritualismo ou esoterismo, e não do Espiritismo.

Todos aqueles que acreditam na existência do Espírito são espiritualistas. Mas nem todos os espiritualistas são espíritas, praticantes do Espiritismo.

Para que uma casa religiosa seja espírita, ela deve seguir os ensinamentos contidos nas Obras Básicas da Doutrina Espírita e no Evangelho de Jesus. Geralmente, os locais espíritas recebem o nome de: Centro, Grupo, Casa, Sociedade, Instituição ou Núcleo Espírita. Deve ser legalmente constituído, de acordo com as leis vigentes no país em que está instalado. Mesmo ostentando este nome, quem os visita necessita estar atento para quais as atividades e as formas como as mesmas são praticadas por seus dirigentes e auxiliares (veja o que um centro espírita faz).

Visando ajudar àqueles que não conhecem o Espiritismo, mostraremos abaixo o que se encontra e o que não deve ser encontrado em uma casa espírita verdadeira.

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Palestras: todo centro espírita tem o seu momento de esclarecimento doutrinário. As exposições geralmente são sobre a Codificação espírita e o Evangelho de Jesus, em uma ligação direta com nosso cotidiano. Não há nenhum ritual antes dos trabalhos, a não ser uma prece evocando a proteção de Jesus e dos bons Espíritos (geralmente, a oração é feita em pensamento). Em algumas oportunidades, antes ou no final das palestras, alguns grupos fazem a apresentação de corais musicais, quase sempre formados por grupos de jovens. Porém, este tipo de procedimento não é aconselhável, sendo indicado que seja praticado em datas e horários diferentes dos trabalhos espirituais e de esclarecimento ao público, exatamente para se evitar confusões e mal-entendidos.

Explanações e orações ao som de músicas, batuques, atabaques: o Espiritismo não utiliza instrumentos musicais para exortar o público ou evocar Espíritos. Não há o uso de qualquer instrumento durante os trabalhos.

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Trajes normais: os trabalhadores de uma casa espírita trajam-se normalmente, de forma simples. A discrição deve fazer parte dos que trabalham no local, pois ali estão para auxiliar as pessoas que buscam orientação para seus problemas materiais e espirituais.

Trajes especiais: o Espiritismo não tem roupas especiais para os dias de trabalhos ou mesmo no dia-a-dia das seus adeptos. Enfeites, amuletos, colares, vestimentas com cores que significariam o bem (branca) ou o mal (negra, vermelha) não têm fundamento para o espírita.

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Inexistência de rituais, amuletos e imagens: o verdadeiro centro espírita não pratica em suas atividades nenhum tipo de ritual. A Doutrina Espírita segue o que o Mestre Jesus ensinou: que Deus é Espírito, e deve ser adorado em espírito e verdade. Portanto, sem a necessidade de nada material para contatarmos com a espiritualidade.

Presença de rituais como: ajoelhar-se frente a algo ou alguém, beijar a mão ou louvar os responsáveis pela casa, benzer-se, sentar-se no chão ou ficar levantando e sentando durante os trabalhos, proferir determinadas palavras (mantras) para evocar os Espíritos. Nas sedes dos verdadeiros centros espíritas não são encontradas imagens de santos ou personalidades do movimento espírita, amuletos de sorte, figuras que afastam ou atraem maus Espíritos, incensos, velas e tudo o mais que seja material e que teoricamente serviria de ligação com o mundo espiritual. Animais para sacrifício: o local que possui este tipo de prática ou decoração não é espírita. O Espiritismo é contrário a qualquer tipo de sacrifício animal. Espíritos que pedem este tipo de atividade são Espíritos atrasados, ignorantes da Lei de Deus e muitas vezes maléficos, que podem prejudicar a vida de quem dá ouvidos aos seus baixos desejos.

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Comunicação particular com os Espíritos: os grupos espíritas têm reuniões específicas e íntimas para que os trabalhadores da casa, aptos e preparados durante longos estudos para tal, possam comunicar-se com os Espíritos. E através deles, obter informações do mundo espiritual, orientações e mesmo ajudar no afastamento de perturbações espirituais que porventura estejam prejudicando alguém. Todo este cuidado baseia-se na orientação dos próprios Espíritos superiores, responsáveis pela elaboração do Espiritismo, como também no alerta de João, o Evangelista, que em sua 1ª Epístola, capítulo IV, versículo 1, diz: "Amados, não creiais em todos os Espíritos, mas provai se os Espíritos são de Deus". Agindo assim, o centro espírita evita o máximo possível a influência de Espíritos zombeteiros e maldosos, que muitas vezes vêem neste contato com os encarnados a oportunidade de tecer comentários mentirosos e doutrinas esdrúxulas. A seriedade de reuniões fechadas os intimida, favorecendo a presença dos Espíritos esclarecidos.

Há alguns tipos de trabalhos mediúnicos, principalmente de psicografia (escrita dos Espíritos através de médiuns), onde pessoas levam até lá o nome de entes desencarnados para tentarem a comunicação dos mesmos através da mediunidade, e ficam observando a manifestação. O médium Francisco Cândido Xavier, conhecido como Chico Xavier, da cidade mineira de Uberaba, é um destes exemplos. Porém, nestes casos, o Espírito não se comunica diretamente com seu parente. Apenas influencia o médium, que escreverá, de forma discreta e ordenada, a mensagem do além.

Comunicação de Espíritos em público: a Doutrina Espírita é contrária a este tipo de manifestação, cercada geralmente de curiosidades e interesses materiais, ao invés do bom senso que deve permear toda comunicação espiritual. Há locais em que os médiuns recebem seus "guias" ou "Espíritos protetores", teoricamente responsáveis pelo funcionamento da casa, e orientam os consulentes sobre qualquer tipo de dúvida. Muitas vezes, as respostas dadas por este tipo de Espírito não têm base científica ou doutrinária alguma, seguindo apenas seu próprio conhecimento, que pode ser limitado. Em vários destes lugares em que há a manifestação pública, as entidades espirituais são servidas de fumo, bebida, comida, ingeridas pelo médium incorporado. Com isso, mostram a limitação destes Espíritos, ainda muito apegados aos vícios e prazeres materiais.

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Desenvolvimento cauteloso da mediunidade: a Doutrina Espírita explica que todo ser vivo tem mediunidade, pois é através dela que os encarnados recebem influências boas e más do mundo espiritual, que servirão de ajuda ou aprendizado no decorrer de suas existências terrenas. São chamados de médiuns aqueles capazes de proporcionar a manifestação dos espíritos. O Espiritismo adverte que para poder ampliar esta ligação com o mundo espiritual, é necessário que o médium passe por uma série de preparativos. Anos de estudo, maturidade, modificação moral constante, vida regrada, abstendo-se dos vícios mais grosseiros, como o fumo e a bebida, são algumas das regras básicas para que o indivíduo possa vir a desenvolver sua mediunidade, e estão contidas em "O Livro dos Médiuns" . Os centros espíritas verdadeiros não aconselham a pessoa a trabalhar mediunicamente sem antes passar por este período e preparação citados. Muito menos diz que alguém "precisa" desenvolver a mediunidade. Ninguém é obrigado a nada, afirma a Doutrina. Todos têm seu livre-arbítrio, e mesmo que o ser tenha um canal mediúnico amplo, próprio para o desenvolvimento da mediunidade, e não quiser desenvolvê-lo, não há problema. Tudo o que é forçado é prejudicial ao homem.

Desenvolvimento mediúnico forçado: se ao chegar em um ambiente espiritualista lhe afirmarem que sua mediunidade "precisa" ser desenvolvida, caso contrário você sofrerá as conseqüências materiais e espirituais; sua vida será um transtorno; que os Espíritos estão lhe chamando para o trabalho; que esta é a sua missão; com certeza este não é um local que segue a Doutrina Espírita. Há seitas e religiões afro-brasileiras que obrigam a pessoa a desenvolver-se mediunicamente e depois as ameaçam com terríveis problemas futuros se elas deixarem de "trabalhar". Isto gera angústia, medo e desespero nos envolvidos, que geralmente acabam vítimas de graves obsessões (influência maléfica persistente de um Espírito atrasado sobre outro ser). Cuidado!

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Não há promessas de curas: o verdadeiro centro espírita não promete a cura para quem o procura. A Doutrina afirma que a cura de uma influência espiritual ou doença material depende de uma série de fatores, entre os quais a modificação moral do enfermo, sua necessidade, seus problemas relacionados com encarnações anteriores e acima de tudo, se há ou não a permissão de Deus para que haja a solução da dificuldade. Muitas vezes, o sofrimento é um período necessário para o ser refletir sobre sua existência, e o único que sabe quando é a hora disso terminar é o Criador.O que o centro espírita faz é um pronto-socorro aos necessitados de amparo e esclarecimento, é de todas as formas possíveis (orações, tratamentos espirituais, passes, orientações morais e materiais) tenta minimizar o sofrimento alheio, rogando a Jesus que se o Pai permitir, que interceda junto ao indivíduo.

Promessas de cura: qualquer lugar que prometa a cura de problemas espirituais ou materiais, sem levar em consideração os fatores já citados, não é um local espírita. Condicionar uma cura à freqüência exclusiva naquele ambiente, ao pagamento de dinheiro ou bens materiais, ou mesmo à "força da casa" não tem base no Espiritismo e foge do bom senso que regula as leis de Deus. Estas, não podem ser modificadas de acordo com nossa vontade. Por isso, prometer algo que não depende apenas de nós mesmos beira a irresponsabilidade e pode levar a pessoa desesperada ao desequilíbrio total ou à descrença em Deus.

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Passes simples: o passe é um método utilizado dentro dos centros espíritas. Nada mais é do que a simples imposição das mãos de médiuns sobre a fronte de outras pessoas, transmitindo-lhes fluidos magnéticos e espirituais (energias positivas do próprio médium e de bons Espíritos), no intuito de fortalecer-lhes o corpo e a parte espiritual. Tem duração em média de 30 segundos a 01 minuto. Geralmente, é aplicado dentro de salas específicas, após a palestra, individual ou coletivamente, com o público sentado e o passista de pé. Apenas são feitas orações, em pensamento, pelos médiuns, rogando o amparo de Jesus àqueles que estão recebendo os fluidos. Os passistas não ficam incorporados pelos Espíritos, apenas recebem sua influência mental e fluídica.Importante: nunca há necessidade do passista tocar a pessoa que recebe o passe. Toques, apertos, carícias têm grandes possibilidades de serem mal-interpretados, gerando confusões, e por isso são dispensados no centro espírita.

Passes com movimentos: locais em que os passes são aplicados com movimentos bruscos, utilizando objetos, baforadas de cigarro ou charuto, estalando-se os dedos, repetindo mantras e cânticos, tocando várias partes do corpo do receptor não são centros espíritas. Passistas que transmitem os passes incorporados por entidades, fazendo orientações ou conversando normalmente, não são médiuns espíritas.

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Todo o serviço espiritual é gratuito: o verdadeiro centro espírita não cobra nenhuma orientação ou ajuda espiritual de seu público, nem condiciona o recebimento de curas ou salvação às doações. Dar de graça o que de graça receber, ensinou Jesus, em alusão aos conhecimentos espirituais. Não aceita dinheiro por serviços prestados mediunicamente. Seus dirigentes e trabalhadores têm profissões próprias, que lhes dão o sustento financeiro necessário para suas vidas. Quem sustenta materialmente a casa espírita são seus trabalhadores, através de doações mensais, destinadas ao pagamento de aluguéis, manutenção, divulgação doutrinária e aquisição de alimentos, roupas e demais objetos a serem distribuídos às famílias carentes ou instituições filantrópicas que sejam assistidas pelo grupo. Todo valor arrecadado será exposto em balanços mensais, para que tanto trabalhadores como freqüentadores tenham acesso sobre onde é investido o dinheiro do centro espírita. Caso algum freqüentador da casa queira doar algo ao núcleo, é preferível que a doação seja feita em gêneros alimentícios, roupas, materiais de construção e afins, que poderão ser destinados aos carentes ou mesmo utilizados na manutenção da casa. Se houver por algum motivo uma doação em dinheiro, o centro espírita deverá fornecer um recibo ao doador e inscrever esta doação no balanço mensal do grupo.

Cobrança pela ajuda espiritual: todo local que cobra dinheiro, favores ou exige qualquer coisa ou favor material devido à ajuda espiritual prestada não é um centro espírita. A cobrança financeira é própria de pessoas que vivem da exploração da crença alheia, contrariando os ensinos de Jesus. Há seitas que pedem dinheiro aos seus assistidos afirmando que será usado para o feitio de trabalhos espirituais, como a compra de velas, comida, roupas e coisas do gênero. Isso não é Espiritismo. Espíritos que se prestam a fazer serviços espirituais em troca de coisas materiais são entidades atrasadas, que nada de bom podem trazer aos que os procuram.

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Não podemos comprar a paz de espírito e tranqüilidade que buscamos, é isto que prega a Doutrina Espírita. Se não for esta a orientação do local, com certeza não é um ambiente espírita.


Copyright by Grupo Espírita Apóstolo Paulo


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Quando você conseguir superar (Chico Xavier)



Quando você conseguir superar
graves problemas de relacionamentos,
não se detenha na lembrança dos momentos difíceis,
mas na alegria de haver atravessado
mais essa prova em sua vida.

Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento
que foi necessário enfrentar,
mas na bênção de Deus
que permitiu a cura.

Leve na sua memória, para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade,
e lhe darão confiança
diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.

Uns queriam um carro;
outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.

Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe
e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

A sabedoria superior tolera;
a inferior, julga;
a superior, alivia;
a inferior, culpa;
a superior, perdoa; a inferior, condena.
Tem coisas que o coração só fala
para quem sabe escutar!

(Chico Xavier)

O Surgimento do Espiritismo e de O Livro dos Espíritos (Fonte: EspiritismoBr)



O Surgimento do Espiritismo e de O Livro dos Espíritos


Saiba o que levou Kardec a escrever o livro dos espíritos, causando assim o próprio surgimento do espiritismo. Esse resumo se baseia nas anotações de Allan Kardec.



A História do Espiritismo Codificado por Kardec


A primeira vez que Allan Kardec ouviu falar sobre o que viria a ser o espiritismo, foi em 1854 através de uma amigo, chamado Fortier. Na época, pessoas estavam abismadas com a movimentação de mesas pesadas em pleno ar, entre os circundantes. Esse mesmo amigo, após algum tempo informou ao Kardec que as mesas estavam respondendo as perguntas por meio de batidas, como um Código Morse.

Kardec não acreditou que a mesa pudesse responder, pois mesa não tem uma unidade cerebral. Embora essa crença, lhe chegavam mais relatos oriundos de pessoas dignas de confiança, o que lhe deixava mais pensativo.

No outro ano, já no começo de 1855, encontrou o Sr. Carlotti, entusiasmado com o fenômeno. Com o tema já bem mais amadurecido pelas experiências, revelou ao Kardec que eram os espíritos que se comunicavam através das mesas.


Primeira Reunião Mediúnica de Allan Kardec

Em maio, um conhecido funcionário público, de nome Sr. Pâtier, lhe causou profunda impressão ao descrever suas experiência e convidou Kardec para presenciar uma reunião na casa de Sra. Plainemaison.

Kardec, pela primeira vez esteve diante de uma assembleia desse tipo e os fenômenos observados lhe fizeram perceber que estava diante de um fato muito importante, até então tido como diversão para os outros, mas que poderia se constituir uma verdadeira revelação.

Sendo homem de estudos, Kardec aplicou a essa nova ciência, métodos experimentais, nunca utilizando ideias preconcebidas. Dos efeitos observados buscava descobrir as causas. Dessas experiências percebeu o que chamou de a chave do passado e do futuro da humanidade e toda uma revolução de ideias.


O Surgimento do Primeiro Livro Espírita

A princípio, Kardec buscou se instruir, mas a medida que mais respostas eram obtidas ele viu que as informações constituíam um todo e ganhavam proporção de doutrina. O desenvolvimento mais completo dessas questões se tornariam a base para O Livro dos Espíritos .

Antes de publicar, Kardec ainda submeteu o livro espírita  ao exame de outros espíritos, buscando uma segunda e terceira opiniões sobre questões consideradas mais “espinhosas”, contanto ao longo do processo com a ajuda de mais de dez médiuns. O fruto desse trabalho, e marco do início do espiritismo foi a publicação de O Livro dos Espíritos em 18 de abril de 1857.

Esse artigo é baseado na segunda parte do livro Obras Póstumas , capítulo A Minha Primeira Iniciação no Espiritismo.

A receita de vida melhor (Emmanuel)




"A receita de vida melhor será sempre melhorar-nos, através da melhora que venhamos a realizar para os outros."

(Emmanuel)

Ingratidão (Joanna de Ângelis)



Causa-te surpresa o fato de ser o teu acusador de agora, o amigo aturdido de ontem, que um dia pediu-te abrigo ao coração gentil e ora não te concede ensejo, sequer, para esclarecimentos. Despertas, espantado, ante a relação de impiedosas queixas que guardava de ti, ele que recebeu, dos teus lábios e da tua paciência, as excelentes lições de bondade e de sabedoria, com as quais cresceu emocional e culturalmente.Percebes, acabrunhado, que as tuas palavras foram, pelo teu amigo, transformadas em relhos com os quais, neste momento, te rasga as carnes da alma, ele, que sempre se refugiou no teu conforto moral.Reprocha-te a conduta, o companheiro que recebeste com carinho, sustentando-lhe a fragilidade e contornando as suas reações de temperamento agressivo.Tornou-se, de um para outro momento, dono da verdade e chama-te mentiroso.Ofereceste-lhe licor estimulante e recebes vinagre de volta.Doaste-lhe coragem para a luta, e retribui-te com o desânimo para que fracasses.Ele pretende as estrelas e empurra-te para o pântano.Repleta-se de amor e descarrega bílis na tua memória, ameaçando-te sem palavras.

*

Não te desalentes!O mundo é impermanente.O afeto de hoje torna-se o adversário de amanhã.As mãos que perfumas e beijas, serão, talvez, as que te esbofetearão, carregadas de urze.

*

Há mais crucificadores do que solidários na via de redenção.Esquecem-se, os homens, do bem recebido, transformando-se em cobradores cruéis, sem possuírem qualquer crédito.Talvez o teu amigo te inveje a paz, a irrestrita confiança em Deus, e, por isto, quer perturbar-te.Persevera, tranqüilo!Ele e isto, esta provação, passarão logo, menos o que és, o que faças.Se erraste, e ele te azorraga, alegra-te, e resgata o teu equívoco.Se estás inocente, credita-lhe as tuas dores atuais, que te aprimoram e te aproximam de Deus.

*

Não lhe guardes rancor.Recorda que foi um amigo, quem traiu e acusou Jesus; outro amigo negou-O, três vezes consecutivas, e os demais amigos fugiram dEle.Quase todos O abandonaram e O censuraram, tributando-Lhe a responsabilidade pelo medo e pelas dores que passaram a experimentar. Todavia, Ele não os censurou, não os abandonou e voltou a buscá-los, inspirá-los e conduzi-los de volta ao reino de Deus, por amá-los em demasia.Assim, não te permitas afligir, nem perturbar pelas acusações do teu amigo, que está enfermo e não sabe, porque a ingratidão, a impiedade e a indiferença são psicopatologias muito graves no organismo social e humano da Terra dos nossos dias.

* * *

Franco, Divaldo Pereira. Da obra: Momentos de Felicidade. Ditado pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador, BA: LEAL, 1990.

As dificuldades da vida (Emmanuel)



"Indagar quanto ao porquê das dificuldades que a vida oferece ao homem será o mesmo que perguntar relativamente aos motivos pelos quais o homem corta a pedra para que a pedra venha a servir"

(Emmanuel)

Por que Espiritismo? (Chico Xavier / Emmanuel)



Por que Espiritismo?

“Todas as religiões são parcelas da verdade. Todas as religiões – caminhos para Deus – são bênçãos e luzes da Humanidade e para a Humanidade. Então - indagar-se-á - por que o Espiritismo?

Tentemos esclarecer, porém, que as religiões tradicionais, embora veneráveis, jazem comprometidas com preconceitos de dogmas que, até certo ponto, lhes são necessários à função e à estrutura. No âmbito delas, a criatura se satisfaz, até que a indagação lhe exija vôos para além das constrições impostas pela autoridade humana ou até que a dor lhe estilhace o envoltório de crenças úteis, mas superficiais, no qual se acomoda à estreiteza de vistas.

Desde o século XIX, a ciência experimental e filosofia especulativa partiram para novos empreendimentos, multiplicando descobertas e invenções que mudaram completamente a face externa dos povos. Entretanto, por outro lado, o sofrimento e a morte continuam os mesmos.

Impõe-se demonstrar ao homem que todos os avanços de que dispõe para senhorear a natureza exterior, não o exoneram do autoconhecimento. Para conhecer-nos, porém, com o devido proveito, necessitamos de religião que nos integre na responsabilidade de viver e de agir, porquanto, sem religião, o homem não passa da condição de animal aperfeiçoado, impelido a cair no mesmo nível dos animais inferiores.

A Doutrina Espírita é aquele Consolador prometido às criaturas pelo Divino Mestre, consagrado a explicar-lhes, em momento oportuno, as verdades eternas; e, pelas verdades eternas que o Espiritismo nos descortina, sabemos positivamente que não há morte e que a Justiça da Vida funciona acima de tudo, na consciência de cada um. Deus é amor. A vida é imperecível. O espírito é imortal. A Terra é um dos múltiplos lares da imensidade cósmica.
A Humanidade é uma só família. Cada criatura é responsável por si e cada um de nós é artífice do próprio destino. Devemos a nós mesmos o bem ou o mal, a vitória ou a derrota que nos assinalem os dias.

Temos, assim, na Doutrina Espírita, Religião da Sabedoria do Amor, vigente em quaisquer plagas do Universo, a estabelecer o nosso reencontro com o Evangelho de Jesus.

De posse dela, qualquer de nós está habilitado a acertar, regenerar, construir, melhorar e aperfeiçoar com o bem, onde, como e quando quiser.

No portal da luz da Nova Revelação, estamos defrontados pela presença renovadora de Cristo de Deus.

Sigamos, adiante, com Ele e, segundo a promessa d’Ele próprio, o amor guiar-nos-á para a luz e a verdade nos fará livres.”


(Página recebida pelo médium Francisco Cândido Xavier. Espírito Emmanuel. Oferta do Grupo Espírita “Os Mensageiros”, fundado por José Gonçalves Pereira, em 1953. Distribuição gratuita. São Paulo – Cx. Postal 522 – CEP 01059)

Tempo Perdido (André Luiz)


“A questão mais aflitiva para o espírito no Além é a consciência do tempo perdido."

(André Luiz)

É natural que consideres teu problema qual espinho terrível (Chico Xavier / Emmanuel)




"É natural que consideres teu problema qual espinho terrível.
É justo que reconheças tua prova por agonia do coração.
Ergues súplice olhar, no silêncio da prece, e relacionas mecanicamente aqueles que que te feriram.
É como se converssasses intimamente com Deus, apresentando-lhe vasto balanço de amarguras e queixas.
E o supremo Senhor cuidará realmente de ti, alentando-te o passo...entretanto, é preciso não esquecer que ele cuidará igualmente dos outros."

(Emmanuel/Chico Xavier)

Em qualquer dificuldade, não nos esqueçamos da oração (Chico Xavier)


"Em qualquer dificuldade, não nos esqueçamos da oração... Elevamos o pensamento a Deus, procurando sintonia com os espíritos bons."

(Chico Xavier)