quarta-feira, 27 de junho de 2012

Filme - E a vida Continua...




Filme - E a vida Continua...


Adaptado da obra literária E a vida Continua... psicografada por Chico Xavier e ditada pelo Espírito André Luiz, o filme de mesmo nome estreia em agosto deste ano. Dirigido e com roteiro adaptado por Paulo Figueiredo e produção de Oceano Vieira de Melo, E a vida Continua....o filme é uma realização da Versátil Digital Filmes, da VerOuvir Produções Artísticas com apoio cultural da Federação Espírita Brasileira. A distribuição nos cinemas será pela Paris Filmes e tem estreia prevista para 31 de agosto.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Radio Novela Nosso Lar (André Luiz | Chico Xavier) - Capítulo 1




Radio Novela Nosso Lar
(André Luiz | Chico Xavier) - Capítulo 1



Fonte Canal do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=GYXz2cWbIOY&feature=BFa&list=PLCFFFFD1D7EC42834

Capítulos posteriores no Canal do YouTube supracitado.

Radio Novela Libertação (André Luiz | Chico Xavier) - Capítulo 1




Radio Novela Libertação
(André Luiz | Chico Xavier) - Capítulo 1





Capítulos posteriores no Canal do YouTube supracitado.

Radio Novela Missionários da Luz (André Luiz | Chico Xavier) - Capítulo 1




Radio Novela Missionários da Luz
(André Luiz | Chico Xavier) - Capítulo 1



Fonte Canal do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=yVNgLnLnzm4

Capítulos posteriores no Canal do YouTube supracitado.

Radio Novela Os Mensageiros (André Luiz | Chico Xavier) - Capítulo 1



Radio Novela Os Mensageiros - Capítulo 1
(André Luiz | Chico Xavier)



Fonte Canal do YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=O4KSAw76fuA

Capítulos posteriores no Canal do YouTube supracitado.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Os índios não têm medo do silêncio



Os índios não têm medo do silêncio

"Nós os índios, conhecemos o silêncio; não temos medo dele. 

Na verdade, para nós ele é mais poderoso do que as palavras. 
Os nossos ancestrais foram educados nas maneiras do silêncio e transmitiram-nos esse conhecimento. 

"Observa, escuta, e logo atua", diziam-nos. 
Esta é a maneira correta de viver.

Observa os animais para ver como cuidam dos seus filhotes; observa os anciões para ver como se comportam; 
observa o homem branco para ver o que quer. 
Observa sempre primeiro, com o coração e a mente quietos, e então aprenderás. 
Quanto tiveres observado o suficiente, então poderás atuar.

Com vocês, brancos e pretos, é o contrário. 
Vocês aprendem enquanto falam. Dão prémios às crianças que falam mais na escola, nas festas... todos fazem por falar. 

No trabalho estão sempre em reuniões nas quais todos interrompem todos, e todos falam cinco, dez, cem vezes e chamam a isso "resolver um problema". 
Quando estão numa habitação e há silêncio, ficam nervosos. 
Precisam preencher o espaço com sons. 
Então, falam compulsivamente, mesmo antes de saber o que vão dizer.

Vocês gostam de discutir, nem sequer permitindo que o outro termine uma frase. Interrompem sempre. 
Para nós isso é muito desrespeitoso e muito estúpido. 

Se começas a falar, eu não te vou interromper. 
Escutar-te-ei. Talvez deixe de te escutar se não gostar do que estás a dizer, mas não vou interromper-te. 
Quando terminares, tomarei a minha decisão sobre o que disseste, 
mas não te direi se não estou de acordo, a menos que seja importante. Pelo contrário, simplesmente ficarei calado e afastar-me-ei. 
Terás dito o que preciso saber. 
Não há mais nada a dizer. 

Mas isso não é suficiente para a maioria de vós

Deveriam pensar nas vossas palavras como se fossem sementes. 
Deveriam plantá-las, e permitir que crescessem em silêncio. 
Os nossos ancestrais ensinaram-nos que a terra está sempre a comunicar connosco, e que devemos ficar em silêncio para a escutar. 

Existem muitas vozes além das nossas, muitas vozes. 

Só as vamos conseguir escutar... em silêncio."

in "Neither Wolf nor Dog. On Forgotten Roads with an Indian Elder" - Kent Nerburn


terça-feira, 19 de junho de 2012

Oração (Divaldo Pereira Franco. Pelo Espírito Bezerra de Menezes)





Oração


Senhor!

Os homens reúnem-se no mundo para pedir, reclamar, maldizer; legiões humanas devotadas à fé entregam-se para que as comandes; multidões sintonizam Contigo buscando servir-Te.

Permite-nos agora um espaço para a gratidão por estes dias de entendimento fraternal que vivemos na Casa que nos emprestastes para o planejamento das atividades evangélicas do futuro.

Como não estamos habituados a agradecer e louvar sem apresentar o rol das nossas súplicas permite-nos fazê-lo de forma diferente.

Quando quase todos pedem pelos infelizes, nós nos atreveremos a suplicar pelos infelicitadores; quando os corações suplicam em favor dos caídos, dos delinquentes, dos que se agridem, nós nos propomos a interferir em benefício dos que fomentam as quedas, os delitos e a violência; quando os pensamentos se voltam para interceder pelos esfaimados, os carentes, os desiludidos, nós nos encorajamos a formular nossas rogativas por aqueles que respondem por todos os erros que assolam a Terra, estabelecendo a miséria social, a falência moral e a derrocada nas rampas éticas do comportamento.

Não Te queremos pedir pelas vítimas de todos os matizes, senão, pelos seus algozes, os que entenebreceram os sentimentos, a consciência e a conduta, comprazendo-se, quais chacais sobre os cadáveres dos vencidos.

Tu que és o nosso Pastor e prometeste apoio a todas as ovelhas, tem misericórdia deles, os irmãos que se cegaram a si mesmos e, ensandecidos, ateiam as labaredas do ódio na Terra e fomentam as desgraças que dominam no Mundo.

Tu podes fazê-lo, Senhor, e é por isto que, em Te agradecendo todas as dádivas da paz que fruímos, não nos podemos esquecer desses que ardem nas labaredas cruéis da ignorância, alucinados pelos desequilíbrios que os tornam profundamente desditosos.

Retira dos nossos sentimentos de amor a cota melhor e canaliza-a para os irmãos enlouquecidos na volúpia do prazer, que enregelaram o coração longe dos sentimentos de humanidade e que terão que despertar, um dia, sob o látego da consciência que a ninguém poupa.

Porque já passamos, em épocas remotas, por estes caminhos, é que Te suplicamos por eles, os irmãos mais infelizes que desconhecem a própria desdita.

Quanto a nós, ensina-nos a não fruir de felicidade enquanto haja na Terra e na Pátria do Cruzeiro os que choram, os que se debatem nos desvãos da perturbação, e, consciente ou inconscientemente, Te negam a sabedoria, o amor e a condução de ternura como Pastor de nossas vidas.

Quando os Teus discípulos, aqui reunidos, encerramos esta etapa, damo-nos as mãos, e, emocionados, repetimos como os mártires do passado: - Ave Cristo! Em Tuas mãos depositamos nossas vidas, para que delas faças o que Te aprouver, sem nos consultar o que queremos, porque só Tu sabes o que é de melhor para nós.

Filhos da alma: que vos abençoe o Pai de Misericórdia e que Jesus permaneça conosco são os votos do servidor humílimo e paternal de sempre.


Divaldo Pereira Franco. Pelo Espírito Bezerra de Menezes. Psicofonia de Divaldo Pereira Franco, na manhã de 18.11.1990, no encerramento da reunião do Conselho Federativo Nacional, em Brasília, DF. Fonte: http://www.divaldofranco.com/mensagens.php?not=274. 

Seja Feita a Tua Vontade, Assim na Terra como no Céu (Chico Xavier | Espírito Meimei)




Seja Feita a Tua Vontade, Assim na Terra como no Céu


Na construção de uma casa sólida e confortável, há sempre um plano do arquiteto para ser obedecido.

Os operários precisam consultar as linhas demarcadas para não irem além de suas funções e a fim de não cometerem impropriedades que prejudicariam a obra.

O carpinteiro não deverá perturbar o pintor e o pintor deverá respeitar o vidraceiro.

Assim também, nos serviços de elevação espiritual do homem e do mundo, é necessário procurarmos a Vontade do Senhor para que os Desígnios Divinos sejam devidamente executados.

Sabemos que o bem para todos é o projeto da Eterna Sabedoria para as criaturas e, por isso mesmo, se nos prezamos da condição de trabalhadores educados para a justa prestação de serviço, é indispensável saibamos realizar a nossa parte, na concretização do projeto divino, sem perturbar os nossos irmãos.

Estejamos convictos de que se cada um de nós cumprir a obrigação que lhe compete, no plano do Eterno Bem, oferecendo a cada dia o melhor que pudermos, estaremos indiscutivelmente atendendo às determinações do Nosso Pai Celestial.

XAVIER, Francisco Cândido. Pai Nosso. Pelo Espírito Meimei. FEB. 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

O Valor das Coisas (Fernando Pessoa)




"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,
mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis".

Fernando Pessoa

Atitude (Elvis Kubo)



Atitude (Elvis Kubo)


"Toda atitude impensada te trará desordem no porvir... Cuida para que a impulsividade não destrua teu padrão vibratório... Sentir, pensar e agir, não esqueça, esta é ordem que deve anteceder em toda atitude, pois seguindo este ensinamento, estarás bem menos suscetível à erros e arrependimentos... O tempo é implacável e não retrocederá ante tuas imponderabilidades... Jesus é contigo, mas você precisa estar com ele..."

(Elvis Kubo)

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Paternidade responsável (Clara Lila Gonzales de Araújo)





Paternidade responsável (Clara Lila Gonzales de Araújo)


“E havia certo oficial, cujo filho estava enfermo em Cafarnaum. Ele, ao ouvir que Jesus viera da Judeia para a Galileia, foi até ele e rogava-lhe que descesse e curasse seu filho, pois estava prestes a morrer. [...] O oficial diz para ele: Senhor, desce antes que meu filho morra. Jesus lhe diz: Vai, o teu filho vive. O homem acreditou na palavra que Jesus lhe havia dito e partiu. Ele já estava descendo, quando os servos o encontraram, dizendo que o filho dele vive.” (João, 4:46-47 e 49-51.)1

A belíssima passagem da cura do filho de um oficial em Cafarnaum, narrada por João, destaca importante mensagem a ser refletida por nós, não apenas pela capacidade de Jesus em transmitir energias curadoras - efeito de seu extraordinário poder de agir sobre os fluidos apropriados, capazes de sarar, de forma instantânea, dores e males diversos –, mas pela singularidade da situação vivida por aquele pai que foi ao encontro do Mestre, esperançoso de salvar o filho. Apesar de sua situação de militar régio, que o destacava na sociedade judaica daquela época, não teve dúvidas em procurar Jesus para pedir-lhe ajuda.

O ato qualifica-o como pai amoroso e bom, preocupado com a grave situação familiar, e como homem submisso e cheio de fé na missão providencial do Cristo, certificando-se da grandeza do patrimônio divino, ao testemunhar a redenção do seu amado filho, e da magnitude da graça que havia recebido.

Esse episódio evangélico serve-nos como referência para a análise da lamentável situação espiritual de determinados homens, em desacordo com o expressivo preceito cristão, destacado anteriormente, que abandonam suas responsabilidades junto aos filhos gerados, na maioria das vezes negando a paternidade, afastando-se da parceira e provocando, “[...] naturalmente, em numerosas circunstâncias, o colapso das forças mais íntimas naquela que se viu relegada a escárnio ou esquecimento”.2 Espíritos encarnados que falham como pais, fugindo de suas obrigações no círculo doméstico e renunciando ao compromisso de viver ao lado dos filhos, alguns recém-nascidos, do que sobrevêm inúmeras crises futuras para aqueles que se sentem largados e desprezados por seus genitores, qualquer seja o meio social e econômico em que reencarnem.

A decisão de se querer comprovar a progenitura, por meio de exames da Medicina hodierna que contribuem para o reconhecimento biológico de filiação da criança em desamparo, concede ao filho determinadas vantagens pecuniárias ao ser confirmada a sua descendência, no entanto, tais recursos não invalidam a fraqueza, a negligência e a ignorância moral que são tendências perniciosas cultivadas pelo pai em prejuízo do pequenino ente desprezado. Essas providências médicas e jurídicas, entretanto, nem sempre são utilizadas por certas mães que se constrangem, envergonhadas, e preferem se desvincular de qualquer relacionamento com o agressor, tentando, individualmente, refazer a estabilidade de sua vida social e econômica em benefício do rebento a ser amparado. Mesmo considerando que a companheira prejudicada tenha a liberdade de se empenhar na luta em prol do seu reequilíbrio, é necessário que ela faça “revisão criteriosa do próprio comportamento para verificar até que ponto haverá provocado a agressão moral sofrida”,3 ao ter os elos afetivos rompidos de forma traumática.

Esse delicado assunto nem sempre é avaliado com a preocupação de se buscar soluções éticas e morais que contribuam para o equilíbrio espiritual das partes lesadas. A dor sentida pelos seres relegados ao abandono pode se transformar em procedimentos destoantes de uma vida mental e condição emotiva estáveis. Se alguma coisa se modifica na organização afetiva de um ser humano, ela repercute em todo o indivíduo, influenciando na sua capacidade intelectiva, nas suas atitudes e no seu comportamento. Algumas mães se ressentem tanto do abandono do parceiro que se tornam pessoas depressivas, amargas, sem esperanças; tornam-se irritadas, pouco afetivas e retraídas, e sentem-se desamparadas diante das necessidades filiais. Outras mulheres apegam-se em demasia aos filhos, expressando excesso de afeição e sentimento exagerado de conduta maternal. Além daquelas que, magoadas, negligenciam completamente os cuidados a se ter para com a criança! “[...] Apenas o amor que sabiamente se divide, em bênçãos de paz e alegria para com os outros, é capaz de multiplicar a verdadeira felicidade.”4

De que forma esses temas são tratados pelos autores espirituais?
Alertam-nos os Espíritos superiores sobre os cuidados que a mãe e o pai devem ter para com seus filhos:

É, sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem, e lhes facilitou a tarefa dando àquele uma organização débil e delicada, que o torna propício a todas as impressões. [...] Se este vier a sucumbir por culpa deles, suportarão os desgostos resultantes dessa queda e partilharão dos sofrimentos do filho na vida futura, por não terem feito o que lhes estava ao alcance para que ele avançasse na estrada do bem.5

Muitos jovens, infelizmente, sucumbem, considerando os efeitos desastrosos que surgem da negligência dos pais no encaminhamento de suas vidas terrenas, entre eles o uso pernicioso de bebidas alcoólicas e de drogas ilícitas. Preponderâncias nocivas que são causadoras de graves problemas existentes no mundo, aplicáveis a uma parte da juventude atual, que parece priorizar certos defeitos, tais como: um ceticismo amargo e zombeteiro, transformando-os em homens e mulheres egoístas e indiferentes ao sofrimento alheio, em meio a conflitos de interesses pelas causas materiais, que parecem dominar suas expectativas para o futuro. Sobre o problema, Allan Kardec destaca os resultados da falta da boa educação moral, que consiste  para elena “arte de formar os caracteres”, porquanto “a educação é o conjunto dos hábitos adquiridos”:

[...] Considerando-se a aluvião de indivíduos que todos os dias são lançados na torrente da população, sem princípios, sem freio e entregues a seus próprios instintos, serão de espantar as consequências desastrosas que daí decorrem? Quando essa arte for conhecida, compreendida e praticada, o homem terá no mundo hábitos de ordem e de previdência para consigo mesmo e para com os seus, de respeito a tudo o que é respeitável, hábitos que lhe permitirão atravessar menos penosamente os maus dias inevitáveis. [...] Esse o ponto de partida, o elemento real do bem-estar, o penhor da segurança de todos.6

Outro gravíssimo problema, entre as várias abordagens que essas questões suscitam, refere-se, especialmente, à irresponsabilidade dos jovens que, desejando viver em desregramento sexual, tornam-se pais imaturos, sem aceitarem a filiação, entregando seus filhos aos avós para que eles os criem e assumam a incumbência de assisti-los em suas necessidades básicas, permitindo-lhes buscar novas e desvairadas experiências juvenis. A mentora Joanna de Ângelis, nobilíssima educadora espiritual, traz à tona essa situação, alertando-nos: 

Habitem ou não os avós no mesmo núcleo, a sua deve ser uma conduta afável, sem interferências diretas no comportamento dos educadores. A sua experiência é-lhes válida, no que diz respeito aos seus compromissos em relação aos demais membros do clã, havendo cessado, ao concluir a educação dos filhos e deixando-os agora assumir os próprios deveres.7

Muitas vezes, pelos descomedimentos de mimos concedidos aos netos, os avós respondem “pelas extravagâncias desses órfãos de pais vivos”.8 Os jovens deveriam arcar com as obrigações ao escolherem os seus parceiros, aceitando, por amor, as lutas árduas e difíceis que travarão para a construção de uma vida a dois, tendo como primeiro dever os cuidados a oferecer ao ser em formação e ter o apoio de seus pais, cuja contribuição não deve ultrapassar os limites da sua condição de familiares e amigos, que compreendem a situação com tolerância e carinho.
Enquanto ignorarmos o alcance dos atos que cometemos, sobretudo os prejudiciais às demais pessoas, e suas consequências em nossos destinos, não conquistaremos melhoria espiritual. O problema é acima de tudo moral, e seremos infelizes enquanto praticarmos o mal.
É preciso fazer a parte que nos cabe para a renovação da sociedade! Indicamos, como providência de máxima relevância para este programa regenerador, o aprofundamento de estudos nas instituições espíritas, contribuindo para que os pais possam ampliar os seus conhecimentos sobre assuntos pertinentes à família e à educação num enfoque essencialmente espírita, à luz do Evangelho de Jesus.

Referências:

1DIAS, Haroldo D. (Trad.) O novo testamento. Brasília: Edicei, 2010.
2XAVIER, Francisco C. Vida e sexo. Pelo Espírito Emmanuel. 26. ed. 3. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Cap. 10, p. 51-52.
3______. ______. p. 53.
4______. ______. Cap. 11, p. 58.
5KARDEC, Allan. O livro dos espíritos. Trad. Guillon Ribeiro. 91. ed. 2. reimp. Rio de Janeiro: FEB, 2010. Q. 582.
6______. ______. Comentário de Kardec à q. 685.
7FRANCO, Divaldo P. Constelação familiar. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Salvador: LEAL, 2008. Cap. 6, p. 50.

Trabalhemos vigiando (Emmanuel)




Trabalhemos vigiando



Trabalhemos vigiando. Aquilo que nos ocupa o pensamento é a substância de que se nos constituirá a própria vida. Retiremos, dessa forma, o coração de tudo o que não seja material de edificação do Reino Divino, em nós próprios. (Emmanuel. Livro: “Palavras de Vida Eterna”. Ed. FEB)


Fonte do Texto: https://www.facebook.com/pages/Federa%C3%A7%C3%A3o-Esp%C3%ADrita-Brasileira/148943508503962
Fonte da Figura: Grupo de Estudo Allan Kardec

Sete Minutos com Emmanuel (Portal Ser)






Portal Ser
Sete Minutos com Emmanuel




Fonte, Portal Ser: http://www.portalser.org/category/sete-minutos/

Reencarnação (A Gênese)




Um pouco de "A Gênese"

"Com a reencarnação, desaparecem os preconceitos de raça e de castas, pois o mesmo Espírito pode tornar a nascer rico ou pobre, capitalista ou proletário, chefe ou subordinado, livre ou escravo, homem ou mulher. De todos os argumentos invocados contra a injustiça da servidão e da escravidão, contra a sujeição da mulher à lei do mais forte, nenhum há que prime, em lógica, ao fato material da reencarnação. Se, pois, a reencarnação funda numa lei da Natureza o princípio da fraternidade universal, também funda na mesma lei o da igualdade dos direitos sociais e, por conseguinte, o da liberdade".

(A Gênese, Capítulo I, Item 36).


Fonte do Texto: https://www.facebook.com/pages/Federa%C3%A7%C3%A3o-Esp%C3%ADrita-Brasileira/148943508503962

terça-feira, 12 de junho de 2012

Fatos Espíritas (William Crookes)




Fatos Espíritas (William Crookes)



Fonte: http://www.opiniaoespirita.org/fe_wc.htm


- Prefácio
- 
Introdução
- 
Fenômenos espíritas observados por William Crookes
  - 
Movimento de corpos pesados com contato, mas sem esforço mecânico
  - 
Fenômeno de percussão e outros sons da mesma natureza
  - 
Movimentos de objetos pesados colocados a certa distância do médium
  - 
Mesas e cadeiras elevadas do chão sem ninguém lhes tocar
  - 
Elevação de corpos humanos
  - 
Movimento de diversos objetos sem contato
  - 
Aparições luminosas
  - 
Aparições de mãos, luminosas por si mesmas, ou visíveis à luz ordinária
  - 
Escrita direta
  - 
Formas e figuras de fantasmas
  - 
Casos particulares parecendo indicar a ação de uma inteligência exterior
  - 
Manifestações diversas de caráter complexo
  - 
Teorias expostas para explicarem os fenômenos observados
- 
Mediunidade da Srta. Florence Cook
- 
Formas de Espíritos
- 
Última aparição de Katie King, sua fotografia com o auxílio da luz elétrica
- 
Extrato do jornal The Spiritualist de 29 de Maio de 1874
- 
O Espírito Katie King materializa-se nas sessões do sábio Aksakof, antes de se manifestar ao Doutor William Crookes
- 
Relatório da comissão dos sábios que se reuniram em Milão, em 1892, para o estudo dos fenômenos psíquicos
  - 
I – Fenômenos observados à luz
  - 
II – Fenômenos observados na escuridão
  - 
III – Os fenômenos precedentemente observados, na escuridão, são obtidos, enfim, à luz, com a médium à vista
  - 
Conclusão
  - 
Conclusões de Charles Richet
- 
Moldes dos pés de Espíritos materializados com o auxílio da parafina
- 
Espíritos de parentes de dois dos assistentes materializam-se em uma sessão do médium Eglington e são reconhecidos
- 
Narrativa sobre o fenômeno de materialização, pelo Sr. Bodisco, camarista de S. M., o Czar da Rússia
- 
Materialização de diversos Espíritos, que são reconhecidos
- 
Narração de uma experiência científica feita por Crookes e Varley, em uma das sessões de materialização do Espírito de Katie King
- 
O que dizem os sábios
  - 
O Sr. Alfred Russel Wallace, da Sociedade Real de Londres
  - 
O Coronel De Rochas
  - 
O Sr. César Lombroso ao Sr. Ernesto Ciolf, Nápoles
  - 
O Sr. William Crookes, da Sociedade Real de Londres
  - 
O Doutor Ermácora
  - 
O Professor Myers, da Sociedade Real de Londres
  - 
O Doutor Ashburner
  - 
O Doutor Giuseppe Masucci
  - 
O Engenheiro Cromwel Varley, da Sociedade Real de Londres
  - 
O Doutor Ochorowicz
  - 
O Doutor Lodge, da Sociedade Real de Londres
  - 
O Doutor Richard Hodgson
- 
Sessão de materialização em Paris, em 1900
- 
Uma manifestação interessante


sábado, 9 de junho de 2012

Nós podemos ser felizes aqui





Você já ouviu falar que este é um planeta de provas e expiações? E mesmo assim acredita que podemos ser felizes aqui? Ótimo! Chega de sofrimento!

Espiritismo não é sofrimento. Em algum momento de sua propagação, de sua disseminação pelo grande público, firmou-se esse conceito. Talvez por ensinar ser este nosso mundo um planeta de provas e expiações. Nem vou me alongar na informação de que nossa casa está sendo promovida a mundo de regeneração, vou passar batido.

Muitas pessoas com pouco conhecimento do espiritismo, outras já frequentadoras na qualidade de simpatizantes, e mesmo alguns membros ativos têm em mente que o espiritismo é uma doutrina que prega a resignação ao sofrimento, já que o sofrimento seria inevitável, por causa do carma, carma, carma. É lógico que não vivemos num mundo de anjos, num planeta de condições perfeitas de conforto, temperatura, bem-estar, comodidade. É evidente que a dor ainda é, neste mundo, um importante mecanismo de ajuste. Mas daí à resignação ao sofrimento a distância é longa.

Podemos ser felizes aqui. Na maioria das vezes, a maioria das pessoas têm plenas condições de viverem bem e felizes, sem impedimentos externos para que isso se realize. Se o espiritismo afirma que este planeta não é próprio à felicidade, está se referindo à felicidade dos espíritos puros, sem mácula, algo que nem sequer concebemos. De fato não há como ser feliz o tempo inteiro; mesmo que tudo esteja certo conosco e com os nossos, é só botar o pé na rua e ver que a dor está por aí, neste e naquele. E só alguém muito duro de coração pra não se abalar na sua felicidade sabendo que o próximo sofre.

Mas me refiro à felicidade relativa, àquela que podemos alcançar, àquela que já conhecemos, porque já a experimentamos muitas ou algumas vezes na vida. A questão fundamental é o ponto de vista, o ângulo pelo qual se vê as coisas. Tenho um copo de vidro transparente com água pela metade; chegam dois homens sedentos: um verá que metade do copo está ocupado com água, o outro achará que falta metade da água do copo… Que isto não signifique que devemos nos contentar com o que temos, nos conformar e beber o meio copo d’água resignados. O dia em que o homem se contentar com o que tem, com o progresso alcançado, cessa a evolução, termina a busca.

Podemos ser gratos por ter à disposição meio copo d’água, sem nos recriminarmos por ainda ficar com sede. E não há nada de errado em achar que precisamos e merecemos e queremos mais. Mas é muito mais producente e acalentador agradecer pela água que se tem do que reclamar da água que se acha que deveria ter. E isso é ponto de vista, isso é o enfoque que escolhemos para nossa vida de um modo geral. Como é terrível alguém que sempre reclama! Como é deprimente alguém que só vê o lado ruim das coisas, alguém que acha que tudo só piora, que tudo dá errado.

Para tudo que foge ao paradigma cartesiano, em que só é real o que pode ser explicado ou analisado mediante um conjunto de procedimentos, para tudo que não se refere estritamente à matéria, mas envolve coisas não palpáveis como espírito, pensamento, imaginação, vale a pena termos nossas próprias experiências. Experimente pensar positivo. Experimente fazer afirmações positivas para si mesmo, a toda hora, todos os dias. Tente, permita-se “convencer” a si mesmo por um tempo, até que estas afirmações comecem a criar corpo e tornarem-se verdade. Tente! Você não tem absolutamente nada a perder. Se você reconhece que é uma pessoa mais negativa do que positiva, mais pessimista do que otimista, já é meio caminho andado; já sabe por onde começar. É possível ser feliz. Temos o direito de tentar. Temos o dever de tentar.


Fonte: http://www.espiritoimortal.com.br/nos-podemos-ser-felizes-aqui/

Jesus e Desafios O processo de evolução constitui para o Espírito um grande desafio (Divaldo Pereira Franco | Joanna de Ângelis)




Jesus e Desafios
O processo de evolução constitui para o Espírito um grande desafio.


Acostumado às vibrações mais fortes no campo dos sentidos físicos, somente quando a dor o visita é que ele começa a aspirar por impressões mais elevadas, nas quais encontre lenitivo, anelando por conquistas mais importantes. Vivendo em luta constante contra os fatores constringentes do estágio em que se demora, vez por outra experimenta paz, que passa a querer em forma duradoura.

No começo, são as dores com intervalos de bem-estar que o assinalam, até conseguir a tranqüilidade com breves presenças do sofrimento, culminando com a plenitude sem aflição.

De degrau em degrau ascende, caindo para levantar-se, atraído pelo sublime tropismo do Amor.

Conseguir o estágio mais alto, significa-lhe triunfar.

*

Aturdido e inseguro, descobre uma conspiração quase geral contra o seu fatalismo. São as suas heranças passadas que agora ressurgem, procurando retê-lo na área estreita do imediatismo, em nível inferior de consciência, onde apenas se nutre, dorme e se reproduz, com indiferença pelas emoções do belo, do nobre, do sadio.

Anestesiado pelas necessidades vegetativas, busca apenas o gozo, que termina por causar-lhe saturação, passando a um estado de tédio que antecipa a necessidade premente de outros valores.

Lentamente desperta para realidades que antes não o sensibilizavam e, de repente, passam a significar-lhe meta a conseguir, sentindo-se estimulado a abandonar a inoperância.

O psiquismo divino, nele latente, responde ao apelo das forças superiores e desatrela-se do cárcere celular, qual antena que capta a emissão de mensagens alcançadas somente nas ondas em que sintoniza. O primeiro desafio, o de penetrar emoções novas, o atrai, impelindo-o a tentames cada vez mais complexos, portanto, mais audaciosos.

Experimentando este prazer ético e estético, diferente da brutalidade do primarismo, acostuma-se com ele e esforça-se para novos cometimentos que, a partir de então, já não cessam, desde que, encerrado um ciclo, qual espiral infinita, outro prazer se abre atraente, parecendo-lhe cada vez mais fácil.

*

Tudo na vida são desafios às resistências.

A ?lei de entropia? degrada a energia que tende à consumpção, para manter o equilíbrio térmico de todas as coisas.

O envelhecimento e a morte são fenômenos inevitáveis no cosmo biológico e no universo.

Os batimentos cardíacos são desafios à resistência do músculo que os experimenta; os peristálticos são teste constante para as fibras que os sofrem; a circulação do sangue é quesito essencial para a irrigação das células; a respiração constitui fator básico, sem o qual a vida perece. Tudo isso e muito mais, na área dos automatismos fisiológicos, a interferir nos de natureza psicológica.

É natural que o mesmo suceda no campo moral do ser, que nunca retrocede e não deve estacionar sob pretexto algum.

No progresso, a evolução é inevitável.

A felicidade é o ponto final.

*

Não cabe ao homem retroceder na luta, senão para reabastecer-se de forças e prosseguir nos embates.

O crescimento de qualquer ideal é resultado dos estágios inferiores vencidos, das etapas superadas, dos desafios enfrentados.

A sequóia culmina a altura e o volume máximos, célula a célula.

O universo se renova e prossegue, molécula a molécula.

Facilidade é perda de estímulo com prejuízo para a ação.

Toda a vida do Mestre foi um suceder incessante de desafios.

Embates no Seu meio social e familial constituíram-lhe os primeiros impedimentos, que foram ultrapassados, em razão da superior finalidade para a qual viera.

Ele não aceitou carregar o fardo do mundo em caráter de redenção dos outros, mas ensinou cada um a conduzir o seu próprio compromisso em paz de consciência; não assumiu as tarefas alheias, nem deixou de demonstrar como fazê-las; no entanto, altaneiro, sem presunção, tampouco sem submissão covarde.

Os desafios da sociedade injusta e arbitraria chegaram-Lhe provocadores, mediante situações, pessoas e circunstâncias; apesar disso, sem deter-se, Ele continuou íntegro, enfrentando-os sem ira ou medo.

Passou aquele tempo; todavia, permanecem os resíduos doentios.

Alterou-se a paisagem, não os valores, que prosseguem relativamente os mesmos, gerando obstáculos e insatisfações.

Enfrenta os desafios da tua vida, serenamente.

Não aguardes comodidades que não mereces. Realiza a tua marcha, indômito, preservando os teus valores íntimos e aumentando-os na ação diária.

Quem teme a escuridão, perde-se na noite.

Sê tu aquele que acende a lâmpada e clareia as sombras.

Desafiado, Jesus venceu. Segue-O e nunca te detenhas ante os desafios para o teu crescimento espiritual.


Divaldo Pereira Franco. Jesus e Atualidade. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Pensamento. Capítulo 1. 

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Relacionamento (Emmanuel | Chico Xavier)



Relacionamento (Emmanuel | Chico Xavier)



Se dificuldades e provações te visitam, no relacionamento com o próximo, não te permitas requentar mágoas no coração.

Deixa que a confiança na Sabedoria Divina te dissipe qualquer sombra do pensamento, lembrando o Sol a desfazer nuvens diariamente para vitalizar e revitalizar os processos da vida.

Para isso, é imperioso que a compreensão te presida os impulsos. E a compreensão te fará saber que os outros são criaturas autônomas, gravitando sempre na direção de objetivos diferentes dos teus.

A certeza disso te livrará da solidão negativa, capaz de induzir-te a desânimo e desespero.

A verdade nos ensina que ninguém realiza o bem e nem caminha para o bem, sem os outros, mas porque isso aconteça, ninguém pode exigir que os outros lhe carreguem a existência, nas sendas a percorrer.

Os outros serão nossos cooperadores, intérpretes, associados e companheiros, enquanto isso se lhes faça possível, ocorrendo o mesmo conosco, em relação a eles.

À vista disso, ama aos amigos sem prendê-los.

Esse terá sido o sustentáculo de tuas esperanças, por muito tempo; entretanto, é possível surja um dia em que não consiga permanecer inteiramente ao teu lado, em face de novas tarefas que lhe despontam na senda.

Outro te entendia os propósitos, até ontem; no entanto, experiências, que se lhe fizeram necessárias, alteraram-lhe provisoriamente os raciocínios.

Aceita-os quais se mostram, continuando a agir no exercício do bem e seguindo adiante na construção da vida melhor em ti mesmo.

Ninguém aprende algo de bom e nem melhora a si mesmo, sem os outros, mas ninguém pode depender totalmente dos outros nas realizações que demande.

Nos momentos de mudanças e renovação para aqueles a quem mais amas, afasta de ti a idéia de separação e não te lastimes.

Prossegue trabalhando, porque, pelos Desígnios da Vida Superior, outros virão ao teu encontro para a execução das tarefas que o mundo te conferiu e os que se afastam de ti voltarão depois, com mais força de amor, a fim de te auxiliarem ou serem auxiliados.

A verdade não se deteriora.

Somente perde os seres queridos aquele que possessivamente os procura, quando se fazem distantes, porquanto quem ama, ama sempre, e de tal modo que, ainda mesmo quando os corações
amados se distanciam, o coração que ama prossegue amando-os e abençoando-os, sabendo conscientemente que, pelas forças do espírito, jamais deles se afastará.

Emmanuel. Livro Calma. Chico Xavier