quinta-feira, 26 de julho de 2012

O Caminhão de Lixo (Autor Desconhecido)




O Caminhão de Lixo


Por onde você passa você deixa uma marca, uma impressão. Mesmo aquelas pessoas que se consideram insignificantes e aquelas que estão pra baixo, deixam o rastro de suas energias e essa "energia", essa impressão é o que atrai as coisas boas ou ruins para a vida.

Então, você sofre uma decepção qualquer e começa a se sentir meio para baixo e sai na rua de cara "amarrada", de rosto carregado de "dor", exibindo para o mundo que você não está bem e onde você passa vai deixando a marca, a energia de quem não está bem, e como somos verdadeiros imãs você vai passando e levando tudo que é energia igual a sua ou pior. Você vira o "caminhão de lixo" e recolhe tudo o que não presta.

Talvez você não acredite nisso, mas se você já passou por um momento ruim na vida sabe que quanto mais a gente sofre e reclama, mais afunda na lama. 

Fala a verdade; se você está triste, está chorando pelos cantos e querendo que o mundo acabe em barranco para você morrer encostado, não parece que só chega notícia ruim?

Esse negócio de "carregador de energias negativas" é tão real que estamos cheios de ouvir essas frases: "Quanto mais eu rezo, mais assombração aparece" ou, "Parece que um urubu cuspiu na minha cabeça", e outras maravilhas que indicam que quando as coisas ruins começam vem uma atrás da outra.

O segredo está em perceber que a tristeza, a coisa ruim está chegando e se livrar dela o mais rápido possível usando o seu lado racional, ou seja, usando o cérebro, tendo dó de você, amando-se, e já sabendo que se você não brecar essa dor, esse momento triste, você vai piorar, piorar e piorar ainda mais. É como um ferimento que dói muito, se você tratar com os remédios certos, o ferimento cicatriza e você esquece, se você ficar mostrando para todo mundo e não tratar, ele infecciona, você piora e ele te mata.

Não seja um " CAMINHÃO DE LIXO ", não leve as coisas ruins dos outros para a sua vida, pense positivo, seja positivo. Acredite que uma força maior está ao seu lado e que você sempre terá duas opções no mínimo. Não se feche no seu problema, divida-o, se precisar chame ajuda, mas não desista de lutar.

Fale bem da vida para ela falar bem de você!!!

Viver bem é uma questão de inteligência e criatividade...

(Autor Desconhecido)

terça-feira, 24 de julho de 2012

Max, o Mendigo




Max, O Mendigo

Pelo ano de 1850, morreu numa aldeia da Baviera, um velho quase centenário, conhecido como Pai Max. Ninguém sabia, ao certo, a sua origem, pois não tinha família.

Desde quase meio século, abatido por enfermidades que o impossibilitavam de ganhar a vida pelo trabalho, não tinha outro recurso senão a caridade pública, que dissimulava indo vender nas fazendas e castelos, almanaques e pequenos objetos. Tinham-lhe dado o apelido de Conde Max e as crianças só o chamavam Senhor Conde, com o que sorria sem se formalizar. Por que tal título? Ninguém saberia dizer: já era hábito. 

Talvez fosse por causa da fisionomia e das maneiras, cuja distinção contrastava com seus trapos. Vários anos após sua morte apareceu em sonho à filha do dono de um dos castelos, onde era hospedado na cavalariça, pois não tinha domicílio. E lhe disse: “Obrigado por vos terdes lembrado do pobre Max em vossas preces, pois foram ouvidas pelo Senhor. Desejais saber quem sou eu, alma caridosa que vos interessastes pelo infeliz mendigo? Vou satisfazer-vos. Será para todos uma grande instrução”.

Então fez o relato que segue, mais ou menos nestes termos:

“Há mais ou menos um século e meio eu era um rico e poderoso senhor desta região, mas vão, orgulhoso e enfatuado de minha nobreza. Minha imensa fortuna jamais serviu senão para os meus prazeres, e apenas bastava, porque era jogador, debochado e passava a vida em orgias. Meus vassalos, que julgava criados para meu uso como animais de fazenda, eram oprimidos e maltratados para contribuir para as minhas prodigalidades. Eu ficava surdo às suas lamentações, como às de todos os infelizes e, em minha opinião, deviam sentir-se muito honrados de servir aos meus caprichos. 

Morri em idade pouco avançada, esgotado pelos excessos, mas sem haver experimentado nenhuma verdadeira desgraça. Ao contrário, tudo parecia sorrir-me, de sorte que, aos olhos de todos eu era um dos felizes do mundo. Minha classe me valeu funerais suntuosos; os vivedores lamentaram em mim o faustoso senhor, mas nem uma lágrima caiu em minha sepultura, nem uma prece de coração subiu a Deus por mim e minha memória foi maldita por todos aqueles cuja miséria eu havia agravado. Ah! Como é terrível a maldição dos que tornamos infelizes! ela não cessou de retinir em meus ouvidos durante longos anos, que me pareciam uma eternidade! E, à morte de cada uma de minhas vítimas, era uma nova figura ameaçadora ou irônica que se erguia à minha frente e me perseguia sem trégua, sem que eu pudesse encontrar um recanto escuro para me subtrair à sua vista. 

Nem um olhar amigo! Meus antigos companheiros de deboche, infelizes como eu, me fugiam e pareciam dizer com desdém: “Não podes mais pagar os nossos prazeres.” Oh! Como eu teria pago caro um instante de repouso, um copo d’água para estancar a sede causticante que me devorava! Mas eu não possuía mais nada e todo o ouro que havia semeado a mancheias na Terra não havia produzido uma só bênção! uma só, ouvis, minha filha!

Por fim, abatido pela fadiga, esgotado como um viajante tresmalhado, que não vê o termo de sua rota, exclamei: “Meu Deus! tende piedade de mim! Quando terminará esta horrível situação?” Então uma voz, a primeira que ouvia desde que deixei a Terra, me disse: “Quando quizeres. – Que devo fazer, grande Deus? respondi; dizei; eu me submeto a tudo. – É preciso que te arrependas; que te humilhes ante aqueles que humilhaste; pedir-lhes que intercedam por ti, porque a prece do ofendido que perdoa é sempre agradável ao Senhor.

”Humilhei-me, pedi aos meus vassalos, aos meus servos, que estavam à minha frente e cujos rostos cada vez mais benevolentes acabavam desaparecendo. Foi então para mim como uma nova vida; a esperança substituiu o desespero e agradeci a Deus com todas as minhas forças de minh’alma. A voz me disse então: “Príncipe!” e eu respondi: “Aqui não há outro príncipe senão o Deus Todo-Poderoso, que humilha os soberbos. Perdoai-me Senhor, porque pequei; fazei de mim um servo de meus servos, se tal for a vossa vontade.”

Alguns anos depois nasci de novo, mas esta vez de uma família de pobres camponeses. Meus pais morreram deixando-me criança, e fiquei só no mundo sem apoio. Ganhei a vida como pude, ora trabalhador, ora como criado de fazenda, mas sempre honestamente, porque desta vez acreditava em Deus. Aos quarenta anos, uma moléstia me tornou entrevado de todos os membros e tive que mendigar por mais de cinqüenta anos nas mesmas terras das quais tinha sido dono absoluto; que receber um pedaço de pão nas fazendas que tinham sido minhas e onde, por amarga ironia, me tinham apelidado Senhor Conde; que muitas vezes me sentir feliz com um abrigo na escuderia do castelo que fora meu. 

No sonho comprazia-me em percorrer esse Castelo que onde mandara como déspota. Quanta vez, em meus sonhos, me reviu em meio à minha antiga fortuna! Essas visões me deixavam, ao despertar, um indefinível sentimento de amargura e de pesar. Mas nunca um lamento me escapou da boca. E quando aprouve a Deus me chamar, eu o bem disse por me ter dado coragem para sofrer sem murmurar essa longa e penosa prova, cuja recompensa hoje recebo. E vós, minha filha, eu vos abençôo por haverdes orado por mim.” 

OBSERVAÇÃO:

Recomendamos o caso aos que pretendem que os homens não teriam mais freio se tivessem à frente o espantalho das penas eternas. E perguntamos se a perspectiva de um castigo como o do Pai Max é menos apta para estacar na via do mal do que as torturas sem fim, nas quais não mais acreditam.

(Revista de Allan Kardec)


Fonte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=439971216047508&set=a.422568384454458.104452.422558511122112&type=1&theater

quarta-feira, 18 de julho de 2012

"Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low


"Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low

Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo, e como essa descoberta pode impactar a sociedade

Marco Túlio Pires
Epilepsia: especialistas estimam que 2% da população brasileira tenha a doença
Estruturas do cérebro responsáveis pela produção da consciência são análogas em humanos e outros animais, dizem neurocientistas (Thinkstock)
O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois de apresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente. Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.
Divulgação
Philip Low
Philip Low: "Todos os mamíferos e pássaros têm consciência"
Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. "As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência", diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:
Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito? Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.



Quais animais têm consciência? Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos. 
É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos? Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante. 
Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência? Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica. 
Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora. 
Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados. 
As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento? Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo. 
O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nao-e-mais-possivel-dizer-que-nao-sabiamos-diz-philip-low

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Perante os Outros (André Luiz / Chico Xavier)




Perante os Outros (André Luiz / Chico Xavier)


Nunca desestime a importância dos outros. 

Freqüentemente só pensamos na crítica com que os outros nos possam alvejar, esquecendo-nos de que é igualmente dos outros que recebemos a força para viver. 

O auxílio ao próximo é o seu melhor investimento. 

Valorize os outros, a fim de que os outros valorizem você. 

Pense nos outros, não em termos de angelitude ou perversidade, mas na condição de seres humanos com necessidades e sonhos, problemas e lutas semelhantes aos seus. 

Se a solidão valesse, as Leis de Deus não fariam o seu nascimento na Terra entre duas criaturas, convertendo você em terceira pessoa para construir um grupo maior.


(André Luiz / Chico Xavier - Livro: Sinal Verde)

sábado, 14 de julho de 2012

Dificuldades (Emmanuel)




Dificuldades (Emmanuel)


Imperioso descobrir a beleza do sofrimento por recurso educativo, para que não nos enquistemos na idéia da dor como sendo fonte exclusiva de expiação.

Vejamos a natureza, para que o silencioso ensinamento da vida se nos estampe no coração.

A poda da árvore sugere crueldade e flagelação, todavia, dos golpes que lhe são desferidos, surge o novo alento que lhe assegura energias novas.

A labareda que retempera a argila, em pleno forno, assemelha-se a processo de atrocidade, mas da chama, aparentemente destruidora, desponta o vaso, rico de originalidade, destinado a enriquecer os quadros da vida.

A terra, dilacerada pela charrua, afigura-se torturada e envelhecida, entretanto, do sulco aberto em que se rasga o seio nascerá para o mundo a bênção irresgatável do pão.

E o metal, conduzido ao cadinho ardente, parece experimentar insulto e aniquilamento, contudo, é no calor de alta tensão que se transformará em riqueza terrestre.

Nem sempre comodidade humana é verdadeiro conforto e raramente a bolsa farta é sinônimo de segurança e alegria.

Saibamos aceitar o obstáculo por precioso desafio à superação de nossas próprias fraquezas, porquanto, dificuldade dignamente vivenciada é sombra transitória de hoje para ser abençoada luz amanhã.


Livro "Tocando o Barco" - Psicografia Francisco Candido Xavier - Espírito Emmanuel

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Você considera a dor... Uma benção? (O Evangelho Segundo o Espiritismo - Allan Kardec)




Você considera a dor... Uma benção?

7. A dor é uma bênção que Deus envia a seus eleitos; não vos aflijais, pois, quando sofrerdes; antes, bendizei de Deus onipotente que, pela dor, neste mundo, vos marcou para a glória no céu.

Sede pacientes. A paciência também é uma caridade e deveis praticar a lei de caridade ensinada pelo Cristo, enviado de Deus. A caridade que consiste na esmola dada aos pobres é a mais fácil de todas. Outra há, porém, muito mais penosa e, conseguintemente, muito mais meritória: a de perdoarmos aos que Deus colocou em nosso caminho para serem instrumentos do nosso sofrer e para nos porem à prova a paciência.

A vida é difícil, bem o sei. Compõe-se de mil nadas, que são outras tantas picadas de alfinetes, mas que acabam por ferir. Se, porém, atentarmos nos deveres que nos são impostos, nas consolações e compensações que, por outro lado, recebemos, havemos de reconhecer que são as bênçãos muito mais numerosas do que as dores. O fardo parece menos pesado, quando se olha para o alto, do que quando se curva para a terra a fronte.

Coragem, amigos! Tendes no Cristo o vosso modelo. Mais sofreu ele do que qualquer de vós e nada tinha de que se penitenciar, ao passo que vós tendes de expiar o vosso passado e de vos fortalecer para o futuro. Sede, pois, pacientes, sede cristãos. Essa palavra resume tudo.

Um Espírito amigo (Havre, 1862.)

O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap IX item 7

Pra você, o que é a... Morte? (Santo Agostinho)




Pra você, o que é a... Morte? (Santo Agostinho)


“A morte não é nada.
Eu somente passei
para o outro lado do Caminho.

Eu sou eu, vocês são vocês.
O que eu era para vocês,
eu continuarei sendo.

Me dêem o nome
que vocês sempre me deram,
falem comigo
como vocês sempre fizeram.


Vocês continuam vivendo
no mundo das criaturas,
eu estou vivendo
no mundo do Criador.

Não utilizem um tom solene
ou triste, continuem a rir
daquilo que nos fazia rir juntos.

Rezem, sorriam, pensem em mim.
Rezem por mim.

Que meu nome seja pronunciado
como sempre foi,
sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra
ou tristeza.

A vida significa tudo
o que ela sempre significou,
o fio não foi cortado.
Porque eu estaria fora
de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora
de suas vistas?

Eu não estou longe,
apenas estou
do outro lado do Caminho…

Você que aí ficou, siga em frente,
a vida continua, linda e bela
como sempre foi.”


(Santo Agostinho)